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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Lembrando Platão
"O que se pretende enfatizar com toda essa
comparação entre filosofia e medicina antigas era a concepção de unidade e
totalidade inerente a elas. Não se pode
falar de equilíbrio do corpo sem o equilíbrio da alma. Igualmente, uma parte do
corpo não pode ser curada senão em função do todo do corpo e o corpo não pode
ser curado sem ter em conta a alma. Em outras palavras, o homem entendido como
um todo.
No trato do corpo, sua sanidade, Platão
também recupera a concepção de justa medida da medicina, entendendo-a não em
termos quantitativos e aritméticos mas qualitativos. A justa medida proporciona
a saúde do corpo porque é o acordo intrínseco do organismo consigo mesmo e com
o que lhe é exterior. No caso do homem, sendo alma e corpo, ela deve ser uma
justa proporção entre essas duas partes. Como na medicina, a norma do corpo é a
saúde e a da alma é a virtude.
Tratando especificamente da virtude da
alma, Platão a entendeu como uma mediação entre o excesso e a falta, a justa
medida entre o muito e o pouco. Na República podemos encontrar a conhecida
tripartição da alma em concupiscível, irascível e racional, sendo esta a base
para a organização da cidade-estado ideal: equivalendo a cada um desses
aspectos da alma, estariam os três segmentos que constituem a República, ou
seja, os produtores, os guardiães e os governantes. A cada aspecto da alma
caberia uma virtude a ser alcançada: respectivamente, a temperança, a coragem e
a sabedoria.
E seriam essas as virtudes que,
respectivamente, caberia a cada segmento cultivar. Ou seja, realizar a função
que lhe compete, segundo sua posição na hierarquia da República, segundo a
justa medida, em outras palavras, segundo o que convém a cada um deles, de
acordo com a orientação dos governantes. Estes, sendo os que buscam a
sabedoria, são os filósofos, os que conhecem a medida e cultivam a virtude
superior: a filosofia, a ciência do Bem. O resultado dessa harmonia no todo da
cidade é a justiça, a virtude maior no pensamento político de Platão.
Fonte: Saúde:
uma abordagem filosófica
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Caminhos
Caminhos
Não digais "encontrei o caminho para a Alma",
mas antes "encontrei a Alma
ao percorrer o meu caminho''
Kahlil Gibran
A cada dia somos confrontados com opções, decisões,
frustrações e anseios.
Nesta encruzilhada de emoções, ganha realce a confrontação
interior instalada em milhões de seres. Divididos entre o que são e o que
gostariam de ser, gladiam-se num duelo sem glória.
Enquanto uns, e por desconhecimento, buscam no mundanismo
a receita que vá suprir o vazio, muitos outros, fazem essa busca por lides
espirituais.
A diversidade das nossas vivencias diárias, é em si mesma
uma paleta de cores opacas, às quais vamos dar brilho pelo “Espírito”
que colocamos na sua concretização.
A cada minuto, cada gesto, pensamento ou acção rotineira,
podem e devem ser impregnados e imantados com o fluido precioso da magna
consciência espiritual.
Todo caminho usufrui do seu encaixe, singular e único. no
grande puzzle cósmico.
- Mais do que nunca, precisamos de técnicos agricultores,
que em pleno respeito pelos ciclos da Terra consigam as melhores colheitas para
serem vendidas a preços justos para todos os envolvidos.
- Mais do que nunca, precisamos de técnicos de saúde
(promotores de saúde) que entendam o sentido de missão da sua profissão
(recordar o juramento de Hipócrates).
- Mais do que nunca, precisamos de professores que mais
que especialistas de alguma área, tenham em si mesmos a pedagogia, porque
pedagogia, não se aprende...ou se tem, ou não…
- Mais do que nunca, precisamos que aqueles que optaram
por dedicar-se aos outros no contexto político, despertem para a sacralidade
que devia revestir a sua missão – porque política, não é profissão…mas missão…
- Mais do que nunca, precisamos que cada ser humano
entenda que cada trabalho ou profissão, não tem categoria superior ou inferior
nas esferas universais, e que nenhuma é, nem mais, nem menos necessária ou
merecedora de benefícios que todas as outras.
- Mais do que nunca, precisamos que todos os que buscam a
“espiritualização” percebam que isto não existe.
O que existe, é o campo
espiritual que reveste a todos, a nossa essência imortal, essa realidade
cada vez mais palpável e sentida.
Espiritualidade é a essência que perfuma
e permeia tudo e todos os que se abrem a ela, pela sua implementação em todas
as facetas do Ser.
Meus queridos, ela, a Alma, está lá, como uma flor a
desabrochar, no percorrer do Caminho.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
A Nova Aliança
É chegado o tempo de uma Nova Aliança!
A oportunidade é constante, e para todos, porque esta
aliança não depende de ninguém alem de nós próprios.
Em tempos de profundas mudanças chegam os dias da
realização de todas as intenções. Para que elas aconteçam, três são as
condições necessárias à sua concretização:
- Auto-conhecimento
( só pelo aprimoramento e reconhecimento das nossas razões e motivações
poderemos reproduzir as intenções da Alma)
- Pureza de
intenção ( toda intenção deve ser gerada na veracidade interior e
mantida pela ausência de qualquer interesse subjectivo ou subliminar)
- Que esta seja
útil para a nossa missão de vida ( merecimento, fruto do trabalho
realizado ou em realização)
Tal como uma aliança, o círculo vai crescendo, não
estamos fora, nem dentro dele, nós somos o Círculo, em constante evolução.
A total simplicidade destes preceitos, é apenas
igualada pelo esquecimento dos mesmos.
Uma das funções fundamentais das consciências
encarnadas é sermos estafetas, aqueles que passam o testemunho.
E o testemunho mais não é que todas as emissões que
fazemos, no decorrer de cada dia. Acções, pensamentos, palavras, ou a falta
delas, emoções positivas ou negativas, sentimentos e opções.
Ponto de reflexão:
quantas destas emissões energéticas são conscientes? Quantas são ditadas pela
pura intenção da nossa superação, e mais ainda, para a elevação do outro…
Numa época onde a procura de caminhos espirituais é
tema recorrente, matéria de atenção publicitária, profissão, régua de aferição de
um status de “iluminados”, impõe-se a atenção redobrada.
Porque esta é também a época de Kali Yuga, a grande
mistificação, o reino, onde o Ego é, ainda, rei.
Por vezes, as nossas necessidades de compensação psíco
/emocionais levam-nos a incutir nos outros emoções desarmoniosas, a provocar o
recrudescimento das suas facetas lunares.
Temos como (maus) exemplos: as intrigas – os
falatórios – a depreciação do trabalho dos outros – a mentira – a raiva – a inveja
– a ambição - estes exemplos são regra comum nos locais de trabalho, entre
amigos, e até nas famílias, onde sob a desculpa de que é com “ boa intenção”
colocam-se pessoas contra pessoas, ao encontro do velho lema, “dividir para
reinar”.
Outro desses exemplos é o ciúme, tantas vezes
fomentado para estimular a virilidade masculina ou a vaidade feminina. Apoiados
na sensibilidade ou sentimentos dos outros faz-se disso, grades de limitação
consciencial.
“ É porque tinha que ser”,
é um dos argumentos mais utilizados actualmente e que de tão polivalente, cabe
lá tudo…usado por muitos, e nas mais variadas situações, a tudo desculpa, a
tudo iliba…como é apanágio do ser humano, adaptam-se as grandes verdades ao
domínio do ego.
Meus queridos, na nossa missão de ligação com os outros,
podemos ser uma ponte, ou podemos ser um pântano, (por um ou por outro se
passa) essa é a nossa escolha, e a nós retornará.
Não é pelos grandes feitos que ano atrás ano
aguardamos, que nos vamos revelar…
Essa revelação já está impressa, no rolo fotográfico
que é o nosso dia-a-dia, em que frame a frame, somos os realizadores do filme
que é a vida de cada um de nós.
Todos temos, e na medida exacta, os meios
necessários para esta magnifica e divina produção, a concretização da Nova Aliança
do eu com o EU.
A.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
A Consciência por Pedro Elias
A Consciência
Vejo a Consciência como a dimensão Interna do Ser, a sua verdadeira identidade, aquilo que somos em Essência.
Um Ser verdadeiramente consciente é aquele que está em plena sintonia com a sua Alma. Assim sendo, essa Consciência é atemporal, não está confinada ao espaço nem ao tempo, não é nova nem antiga, mas aquilo que sempre foi.
Dentro desta perspectiva, a questão coloca-se de uma forma binária, ou seja, se estamos ligados com essa essência ou não. Ela está sempre presente, como sempre esteve, mas as distracções do mundo impedem-nos, muitas vezes, de a percebermos.
Vivemos tempos onde o ruído de fundo é bastante intenso, principalmente dentro dos círculos espirituais, onde raramente se pode sentir esse Aroma da Alma, tais são as distracções. Ficamos fascinados com os cursos, com as palestras, com o conhecimento, com as práticas e as teorias, e perdemos o contacto com esse Silêncio dentro de nós que é a única porta que nos pode levar à verdadeira Consciência, que não é nova, pois sempre esteve ali à nossa espera.
Mais que nunca, estes são tempos de cultivar esse Silêncio e permitir que as fragrâncias do Espírito se possam expressar através de nós, de forma simples, nas tarefas diárias com que a vida se desenrola neste plano dimensional, sem fugir de nada e integrando tudo. Apenas este contacto pode levar à transformação do mundo para um novo ciclo de Paz e Harmonia, sem o qual, estaremos a repetir as velhas formas, mesmo que bem intencionadas, e a perpetuar no tempo o modelo antigo, mesmo que travestido em novas cores e brilhos.
Paz Profunda,
Pedro Elias
Vejo a Consciência como a dimensão Interna do Ser, a sua verdadeira identidade, aquilo que somos em Essência.
Um Ser verdadeiramente consciente é aquele que está em plena sintonia com a sua Alma. Assim sendo, essa Consciência é atemporal, não está confinada ao espaço nem ao tempo, não é nova nem antiga, mas aquilo que sempre foi.
Dentro desta perspectiva, a questão coloca-se de uma forma binária, ou seja, se estamos ligados com essa essência ou não. Ela está sempre presente, como sempre esteve, mas as distracções do mundo impedem-nos, muitas vezes, de a percebermos.
Vivemos tempos onde o ruído de fundo é bastante intenso, principalmente dentro dos círculos espirituais, onde raramente se pode sentir esse Aroma da Alma, tais são as distracções. Ficamos fascinados com os cursos, com as palestras, com o conhecimento, com as práticas e as teorias, e perdemos o contacto com esse Silêncio dentro de nós que é a única porta que nos pode levar à verdadeira Consciência, que não é nova, pois sempre esteve ali à nossa espera.
Mais que nunca, estes são tempos de cultivar esse Silêncio e permitir que as fragrâncias do Espírito se possam expressar através de nós, de forma simples, nas tarefas diárias com que a vida se desenrola neste plano dimensional, sem fugir de nada e integrando tudo. Apenas este contacto pode levar à transformação do mundo para um novo ciclo de Paz e Harmonia, sem o qual, estaremos a repetir as velhas formas, mesmo que bem intencionadas, e a perpetuar no tempo o modelo antigo, mesmo que travestido em novas cores e brilhos.
Paz Profunda,
Pedro Elias
domingo, 27 de maio de 2012
Semeadores de Estrelas
O Tempo "gira" como um caleidoscópio colorido.
A Paz instala-se como uma ave no ninho
O Sol, aquece mais na Alma serena
A Harmonia, é nuvem de algodão doce
que conspira e seduz....
Não meus amigos, não é uma miragem....cada dia que
"gira", trás consigo a certeza de um novo amanhã, cujo proveito
é o que hoje criarmos.
Quero falar-vos dos "Semeadores de Estrelas", são Seres
corajosos e nobres que em determinada altura do seu processo evolutivo, se
voluntariaram para o Ciclo Reencarnatório, para a Roda de Sansara.
Foi-lhes dado conhecimento pleno das dificuldades que a prova
impunha, das frustrações, das limitações, das tristezas.
E, até daquele sentimento indefinido, que não conseguimos nomear, e
que mais não é que a saudade do "Lar". No entanto aqui estão,
em missões de amor, porque a experiência reencarnatória trás
proventos para a evolução de cada indivíduo, mas também para todo o Universo,
daí, serem estes “ OS FILHOS BEM-AMADOS” .
Os Semeadores de Estrelas somos todos nós. Todos e cada um semeamos
estrelas que alumiam o caminho dos que nos rodeiam.
Somos códigos de abertura para os outros e a informação chega a
cada um, conforme a sua capacidade de assimilação.
Mais do que a palavra, a forma como vivemos é o fio condutor que
estimula o viver de outros.
Cada Ser, no seu degrau evolutivo, é um testemunho vivo.
Não devemos ter receio de passar o testemunho, é essa a nossa
Missão.
Em especial aos que retomaram a missão de “curadores” lembra-mos
que o factor mais importante do trabalho, é o encorajar a que cada um se
harmonize a si próprio – o lembrar a cada luzeiro a sua perfeição e a sua luz –
estimular a que cada um que nos procura, se liberte de todas as dependências,
até da nossa…
Devemos ter sempre presente que tal como nos confirma a Física
Quântica, somos co-criadores da realidade que vemos, ou seja, a realidade está
nos olhos de quem olha. A forma como olhamos os outros, é fundamental para o
nosso aprimorar espiritual.
-Se emitimos beleza, é beleza que vamos ver
-Se emitimos amor, é amor que vamos receber
-Se emitimos perfeição, o outro será perfeito
Vamos olhar sempre, tudo e todos com os Olhos da Alma, porque cada
um de nós emite uma nota que compõe a pauta da perfeita sinfonia cósmica.
A minha gratidão profunda aos semeadores que diariamente iluminam
de estrelas o meu caminho, de cuja sabedoria partilho, e com cujas dúvidas
aprendo.
A.
Recomendo hoje e sempre a leitura ou releitura da Profecia
Celestina.
Nota: segue postagem para aceder a vídeo do cientista Amit Goswami, que
nos fala da realidade quântica.
domingo, 20 de maio de 2012
A Lei da Atração
Caso não veja as legendas, clicar na parte inferior do video onde diz cc
Para poder ver em ecrã total ver directamente do Youtube
Completude
Completude
Indiferente a faixas etárias, o amor é o ponto onde convergem a maior parte das dúvidas, desentendimentos, desarmonias e frustrações, que por sua vez se alastram a todos os aspectos da vida.
Em resposta a uma questão colocada há dias por um jovem, abordamos o fulcro de qualquer relacionamento, a comunicação e a veracidade.
As motivações do coração continuam a ser insondáveis para a maior parte dos seres, no entanto, são sempre baseadas na necessidade de aprendizado e superação do nosso estatuto consciencial.
Oamor a dois é o maior teste que nos é dado vivenciar, e dele podemos obter nota positiva, apenas quando vivido na veracidade interior de ambas as partes.
Um relacionamento é feito de dádiva, e aceitação.
Dádiva – Apenas quando o amor existe em nós podemos partilhá-lo com outro, ninguém pode dar (partilhar) o que não tem.
Aceitação – Todo relacionamento baseado na perspectiva de que podemos ou devemos mudar o outro está condenado á partida. O “modelo” por nós idealizado é o estereótipo impresso no nosso racional por estigmas sociais, dependências emocionais, vivencias traumáticas.
Nós, não temos que mudar ninguém, excepto a nós próprios, se pela auto – análise concluirmos essa necessidade.
Assim, e mais ainda num relacionamento a dois, o auto-conhecimento individual é fundamental.
Quando dois seres cruzam os seus caminhos, é precisamente na diferença de conceitos e posturas, que cada qual vai buscar os preciosos sedimentos com que se constroem os degraus da tolerância, da flexibilidade, da compreensão.
Quando o ciúme, a rigidez, o julgamento alheio, se tornam cerceadores da expressão das facetas pessoais, da afectividade, dos sonhos individuais, corroemos a raiz antes da planta florescer.
A liberdade de cada ser não é negociável, nem deve ser moeda de troca para a “harmonia” de qualquer relacionamento, isto, seria podar os ramos quando a planta está a florir. A comunicação aberta, leal, é a ponte que transpõe qualquer diferença.
O respeito para com as escolhas e opções que fizemos, é o único suporte para a estabilidade duma relação.
Dentro desse círculo de auto-respeito, cada qual deve ser árvore em crescimento, cuja seiva é alimento para a alma companheira, cuja copa pode ser sombra para quem dela precisar.
Queridos amigos, ninguém é metade (meia-laranja) de ninguém! Se assim fosse, seriamos eternamente seres incompletos…
Cada um de nós é em si mesmo, um arco-íris pleno de cor, sem princípio nem fim.
Pelos caminhos da vida, por vezes deparamos com a raríssima possibilidade de vermos um duplo arco-íris. Percursos paralelos, que nos indicam que o horizonte não acaba ali, e cuja função, é serem farol que trespassa a densidade das almas em procura.
A.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A Aura Humana
O que é a aura humana?
A
aura humana é uma força energética evolutiva, que reúne todas as nossas
informações físicas e metafísicas, que sustenta a vida e caracteriza o ser
humano. Sem ela, não poderíamos existir. Ela é uma radiografia de todas as
nossas vidas desde o momento de nossa formação espiritual e contém dados sobre
o passado, sobre a vida presente e até mesmo tendências futuras.
A aura é sempre visível? Sob condições adequadas, que discutiremos mais adiante, a aura pode ser vista por quase todos. Embora de maneira geral a sua visualização constitua um processo natural e espontâneo, o aperfeiçoamento da nossa capacidade de vê-la quase sempre requer a pratica, em algum grau, de procedimentos sistemáticos. Pelo exercício e pela experiência, é possível desenvolvermos a faculdade não só de ver a aura, mas também de a interpretar.
Existem equipamentos especiais para visualização da aura?
Embora haja alguns dispositivos que ajudam, tais como óculos especiais, em geral, não há necessidade de equipamentos especiais, os quais na verdade poderiam dificultar a visualização, em alguns casos. Existem também vários tipos de máquinas fotográficas, incluindo a que é usada na electrofotografia, que podem ser empregados para registar a aura (ou detalhes dela). Contudo, em razão de contínua transformação da aura, a utilidade desses aparelhos é limitada, excepto como instrumentos de pesquisa.
As crianças vêem a aura?
A aura é um fenómeno natural, e é comum as crianças – sem qualquer treino em procedimentos sistemáticos de visualização – relatarem que costumam vê-la. Todavia, com a maturidade, a nossa capacidade de visualização espontânea diminui e pode acabar escondida no subconsciente. É concebível, entretanto, que continuemos a ver e a reagir à aura no nível subconsciente pelo resto da vida.
Minha aura mantém-se inalterada no dia-a-dia?
A aura constitui um sistema dinâmico e evolutivo, portanto, sujeito a uma contínua transformação. Embora sua constituição exclusiva, ou estrutura básica, seja normalmente estável, o sistema áurico dispõe de flexibilidade suficiente para alterar sua coloração, intensidade, amplitude e frequência.
Até que distância do corpo físico se estende a aura?
A despeito de a aura visível, como é usualmente visualizada, estender-se apenas a alguns centímetros do corpo (linha branca), é possível que uma aura inteira , enquanto fenómeno energético se estenda ao infinito. É bastante provável que a aura humana esteja em constante interacção com outras dimensões de tempo, espaço, energia e matéria.
O meio ambiente interfere na aura?
A aura é sensível à totalidade do nosso ambiente interno e externo. Os factores mentais, físicos, espirituais interagem constantemente para actuar sobre a aura. Traços de personalidade, condições de saúde, interesses pessoais, questões sociais, estados emocionais e as circunstâncias do momento podem exercer um efeito drástico e imediato sobre a aura. Mesmo eventos distantes, globais ou cósmicos, podem alterar a aura.
Condições adversas que podem afectar a aura.
Uma vasta gama de estados mentais negativos, tais como ansiedade, hostilidade e frustrações, podem exercer um efeito devastador sobre o corpo e drenar a energia do sistema áurico. Da mesma forma, a falta de auto-estima, um conceito desfavorável sobre si mesmo e relações sociais negativas podem debilitar a aura e reduzir seriamente seu suprimento de energia. Os poluentes ambientais e certas substâncias presentes nas drogas podem temporariamente descolorir a aura ou diminuir sua extensão.
Factores positivos que actuam sobre a aura.
O amor, a força mais poderosa do universo, invariavelmente expande, ilumina e energiza a aura. Dentre os demais factores que a fortalecem destacam-se uma imagem positiva de si mesmo, sensação intensa de bem-estar, equilíbrio e harmonia interiores e interesse genuíno pelos outros. Cada esforço para ajudar o próximo ou para tornar o mundo um lugar melhor injecta uma energia que se irradia por todo o sistema áurico.
Qual a importância psíquica da aura?
Por constituir uma crónica da história de cada indivíduo, a aura pode fornecer informações importantes e não disponíveis por meio de outras fontes. Um número cada vez maior de evidências sugere que, alem das experiências de vidas passadas e presente, os eventos futuros, positivos e negativos, podem estar registados na aura. Sua simples visualização é capaz de activar nossas faculdades psíquicas, incluindo telepatia, premonição e clarividência.
Todas as auras têm cor?
A aura humana jamais perde a coloração. Embora a intensidade e a distribuição de cores possam variar consideravelmente, em termos gerais, a aura se caracteriza pela predominância de uma cor numa estrutura áurica relativamente estável. Embora às vezes se observem áreas brancas, a aura inteiramente branca, que significa perfeição, não existe.
Os animais têm aura?
Assim como os seres humanos, todos os animais tem aura, embora suas características sejam substancialmente diferentes da aura humana. A aura dos animais é normalmente menos complexa no que se refere à estrutura, mas sua coloração á mais intensa do que a nossa. Comparada à aura dos animais selvagens, a aura dos animais domesticados tem uma amplitude maior e uma coloração mais suave. Curiosamente, a aura dos animais de estimação frequentemente assume certas características de coloração, inclusive a cor dominante, dos seus primeiros donos. Com excepção dos animais doentes ou stressados, tais como aqueles que foram retirados da vida selvagem e colocados numa jaula, raramente se constata descoloração na aura dos animais.
As plantas têm aura?
Todas as plantas, qualquer que seja o seu porte, são dotadas de sistemas energéticos próprios, alem de um campo energético que as circunda, o qual, embora não seja habitualmente chamado de aura, apresenta algumas características semelhantes às da aura dos seres humanos e dos animais.
Em muitos casos, os padrões energéticos ao redor das plantas aparecem como uma extensão iridescente de sua estrutura básica e de suas cores. Percebemos ao longo de experiências que a nossa interacção com a vida das plantas, especialmente das árvores, pode influenciar o nosso próprio sistema energético.
Qual a relação entre a aura e o corpo físico?
A aura é uma manifestação visível da força vital que energiza a totalidade do nosso ser – físico, mental e espiritual. Sem essa força vital que o energiza, o corpo físico não funcionaria. Embora o corpo físico dependa da força vital reflectida na aura, essa força vital é independente do corpo físico. A aura, ao manifestar a força vital que serve de base para a nossa existência, também manifesta a nossa imortalidade como seres espirituais.
Qual a relação entre a aura e corpo astral?
O corpo astral, às vezes chamado de corpo etérico, é o correspondente não físico do corpo biológico. Ambos são mantidos pelo mesmo sistema energético de origem cósmica – o corpo astral em carácter permanente e o biológico, apenas temporário. Sem essa fonte de energia, não poderíamos existir fosse sob a forma física, mental e espiritual. Como já observado aqui, a aura humana é a manifestação visível dessa fonte de energia.
Qual a relação entre a aura e consciência?
A percepção consciente constitui a essência da nossa existência como fonte permanente de energia. A consciência individual é energia cósmica especialmente projectada para assegurar tanto a nossa individualidade como a nossa imortalidade. A nossa existência como entidade consciente é sustentada por um sistema de energia que compreende a aura e seu núcleo. É bastante frequente considerar-se esse núcleo como a eterna centelha da divindade que nos liga às nossas origens espirituais e dê sentido e permanência à nossa existência consciente.
O que acontece com a aura na morte?
A morte, mais do que um término de nossa existência como ser consciente, é o portal para um nova e estimulante dimensão de crescimento continuo. Embora na morte, o corpo físico “expire” como forma de vida, o não físico permanece energizado ao ascender para o plano extra físico. Neste plano, a força vital permanente, reflectida pela aura, continua sendo a mesma força vital de energização da nossa existência como entidades conscientes. Em alguns casos, a aura desprendida é visualizada como uma forma brilhante de energia que se ergue suavemente do corpo físico no momento da morte.
Em resumo, o sistema áurico humano está intimamente ligado a totalidade do nosso ser, permeando-nos e energizando-nos nos níveis físicos, mental e espiritual. É uma crónica em permanente evolução das nossas vidas, desde os nossos primórdios até o presente. É a manifestação do nosso destino de permanência e grandiosidade. Embora sua estrutura básica seja relativamente estável, é sempre sensível e reage ao nosso esforço de dirigi-lo.
Agora equipados com uma compreensão mais profunda da aura e de sua poderosa natureza, estamos prontos para explorar as novas e intrigantes dimensões da mente, do corpo e do espírito. A nossa missão – dominar as novas estratégias que energizam a nossa vida no presente e nos preparam para um crescimento ilimitado no futuro.
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