Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A Meditação e a Saúde


A Meditação e a Saúde

por Carlos Amaral


Facilmente entendível, as impurezas físicas nas nossas células têm o seu equivalente na mente. Por outras palavras, o temor, a raiva, a avidez, a compulsividade, o ciúme, a dúvida, e outras emoções negativas, são impurezas psíquicas que intoxicam a mente e turvam a nossa postura interna e externa, endógena e exógenamente, afectando a nossa vida e a nossa auto-realização a todos os níveis. Quando operando a nível quântico, a nível energético, essas “toxinas” podem ser mais destrutivas do que qualquer toxina química. Como bem poder-se-á imaginar, a ligação mente/corpo transforma atitudes negativas em toxinas químicas, isto é, nas chamadas “hormonas do stress” que têm sido relacionadas a tantas patologias.

As muitas técnicas de meditação são praticadas há milhares de anos. Inicialmente, o seu objectivo era ajudar as pessoas a aprofundar o seu conhecimento sobre as “forças sagradas e místicas” da vida. Ainda, para muita gente, a meditação continua sendo uma prática espiritual e religiosa. As variações da prática de meditação estão presentes em todas as religiões do mundo. Mas, felizmente, para um crescente número de pessoas a meditação serve para “limpar” a mente e focar a atenção no momento.

A meditação é uma prática da Medicina Complementar e Integrativa, que se encaixa na categoria de técnicas do corpo e da mente. Este tipo de terapia – reforça a comunicação entre o corpo, a mente e a psique. Há diferentes “caminhos” para a meditação. Geralmente, quando o indivíduo está meditando, está concentrado. O foco da sua concentração pode ser qualquer coisa – um objecto, um som, ou mesmo, a sua própria respiração. A meta da meditação é, sem sombra de dúvida, o enfoque da atenção naquele particular momento, tirando as preocupações da mente.

 

A meditação não é usada no lugar das terapias tradicionais, como os medicamentos que qualquer médico prescreve. Ao contrário, dever-se-á utilizá-la como complemento de outros tratamentos. A meditação também pode ser usada por pessoas com perfeita saúde, como meio de reduzir o stress do dia-a-dia e todos os transtornos provocados pelo mesmo, tal como o envelhecimento precoce.

O “Departamento de Ciências Psiquiátricas e do Comportamento” da Universidade de Emory, em Atlanta – Estado Unidos da América, tem desenvolvido nas últimas décadas um intenso e rigoroso estudo sobre a Meditação e a Saúde, tendo chegado à conclusão que uma boa prática de meditação diária, sob a superintendência de pessoa devidamente habilitada e com muita experiência, pode grandemente beneficiar a saúde no seu todo, desde reduzir o stress diário até ao melhoramento da função cognitiva dos indivíduos de todas as idades. Nestes estudos, examinaram in loco como a prática regular da meditação afecta positivamente o normal declínio da zona cinzenta do cérebro relacionado com a idade. Assim, esse importante departamento de investigação concluiu, que a regular prática diária da meditação tem efeitos neuro-protectores e pode reduzir a decadência cognitiva associada com o envelhecimento normal. Para além desta excepcional conclusão científica, verificaram outras importantes preponderâncias na saúde, tais como: na hipertensão arterial, na hipercolesteremia, na ansiedade, na depressão (tanto endógena quanto exógena), em algumas patologias cardiovasculares, nas alergias, na asma, nas dores crónicas, nas artrites, entre tantas outras deficiências de saúde.

Ditosamente, aos poucos a prática da meditação tem sido mais divulgada hoje em dia, até pelos colegas alopatas é muito mais conhecida e adoptada. Lembro que, há vinte e oito anos atrás, quando comecei a minha prática profissional em Portugal, precisamente aqui nos Açores, tudo sobre esta matéria era desconhecido e até repelido como algo “demoníaco”... Enfim, coisas de outros tempos e de outras mentalidades! Mas, apesar da moderna e positiva atitude para com a sua prática, mesmo na área terapêutica, e além de fazer parte da humanidade há séculos, ainda hoje em dia encontramos muitas pessoas que por falta de informação adequada deixam de beneficiar desta maravilhosa técnica milenar.

Realmente, não podemos negar que o mundo hoje invade o nosso quotidiano e até mesmo os nossos momentos de descanso e satisfação com pressões que se acumulam todos os dias e a todas as horas, tumultuando a nossa mente, tornando assim cada vez mais difícil retorcer para dentro de nós mesmos e visualizar as causas das nossas angústias. Também, sabemos que as respostas para a maioria das nossas perguntas estão dentro de nós, mas as pessoas insistem em buscar as respostas adequadas fora delas, demorando cada vez mais para se encontrarem. E a meditação é um dos caminhos para esse “encontro” com nós mesmos. A prática diária da meditação ajuda-nos a limpar a mente, ampliando a capacidade de lembrança, proporcionando prodigiosos insights que podem ajudar a resolver muitos problemas que parecem não ter solução. E tudo começa com o fechar dos olhos, ou então, deixá-los semi-cerrados, relaxando os músculos, tranquilizando a respiração. Como poderão verificar, tão simples e tão poderoso! Contudo, algumas pessoas que eu bem conheço, e outras tais que nunca se acercaram, alegam que não meditam por falta de tempo, mas se precisam ir consultar o médico, conseguem logo um tempinho, depois mais outro tempinho para irem à farmácia comprar os remédios, que quase sempre são paliativos, quando possuem um recurso poderoso, que só depende delas e ainda assim, vão tão longe... Mas isso faz-nos reflectir o quanto essa questão está totalmente relacionada com a falta de confiança em si mesmo. É preciso quanto antes reflectir sobre este tão importante assunto!
Bem Hajam!


O Autor:

Carlos Amaral, Venerável Lama Khetsung Gyaltsen
Mestre em Naturopatia;Especializado em Medicina Ortomolecular; Medicina Homeopática; Medicina Homotoxicológica; Medicina Ayurvédica e Tibetana;Doutorado em Religiões comparadas e em Metafísica;Investigador em Psicologia Transpessoal & Regressão Memorial;Professor de Budismo, Meditação Tibetana, Raja-Yoga, Kryia-Yoga e Karma-Yoga; Autor e Palestrante.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Alimentação Equilibrada







Temos o prazer de convidar para o evento
“Alimentação Equilibrada” por Alicia Kon.

A Alicia tem vasta experiência na matéria, está ligada aquele que é provavelmente o mais antigo restaurante vegetariano do Porto que é o Suribachi, além de periodicamente dar formação referente ao tema da alimentação saudável. Será no próximo sábado às 16h.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Aura Humana


O que é a aura humana?

A aura humana é uma força energética evolutiva, que reúne todas as nossas informações físicas e metafísicas, que sustenta a vida e caracteriza o ser humano. Sem ela, não poderíamos existir. Ela é uma radiografia de todas as nossas vidas desde o momento de nossa formação espiritual e contém dados sobre o passado, sobre a vida presente e até mesmo tendências futuras.
A aura é sempre visível?


Sob condições adequadas, que discutiremos mais adiante, a aura pode ser vista por quase todos. Embora de maneira geral a sua visualização constitua um processo natural e espontâneo, o aperfeiçoamento da nossa capacidade de vê-la quase sempre requer a pratica, em algum grau, de procedimentos sistemáticos. Pelo exercício e pela experiência, é possível desenvolvermos a faculdade não só de ver a aura, mas também de a interpretar.

Existem equipamentos especiais para visualização da aura?

Embora haja alguns dispositivos que ajudam, tais como óculos especiais, em geral, não há necessidade de equipamentos especiais, os quais na verdade poderiam dificultar a visualização, em alguns casos. Existem também vários tipos de máquinas fotográficas, incluindo a que é usada na electrofotografia, que podem ser empregados para registar a aura (ou detalhes dela). Contudo, em razão de contínua transformação da aura, a utilidade desses aparelhos é limitada, excepto como instrumentos de pesquisa.

As crianças vêem a aura?

A aura é um fenómeno natural, e é comum as crianças – sem qualquer treino em procedimentos sistemáticos de visualização – relatarem que costumam vê-la. Todavia, com a maturidade, a nossa capacidade de visualização espontânea diminui e pode acabar escondida no subconsciente. É concebível, entretanto, que continuemos a ver e a reagir à aura no nível subconsciente pelo resto da vida.

Minha aura mantém-se inalterada no dia-a-dia?

A aura constitui um sistema dinâmico e evolutivo, portanto, sujeito a uma contínua transformação. Embora sua constituição exclusiva, ou estrutura básica, seja normalmente estável, o sistema áurico dispõe de flexibilidade suficiente para alterar sua coloração, intensidade, amplitude e frequência.

Até que distância do corpo físico se estende a aura?

A despeito de a aura visível, como é usualmente visualizada, estender-se apenas a alguns centímetros do corpo (linha branca), é possível que uma aura inteira , enquanto fenómeno energético se estenda ao infinito. É bastante provável que a aura humana esteja em constante interacção com outras dimensões de tempo, espaço, energia e matéria.

O meio ambiente interfere na aura?

A aura é sensível à totalidade do nosso ambiente interno e externo. Os factores mentais, físicos, espirituais interagem constantemente para actuar sobre a aura. Traços de personalidade, condições de saúde, interesses pessoais, questões sociais, estados emocionais e as circunstâncias do momento podem exercer um efeito drástico e imediato sobre a aura. Mesmo eventos distantes, globais ou cósmicos, podem alterar a aura.

Condições adversas que podem afectar a aura.

Uma vasta gama de estados mentais negativos, tais como ansiedade, hostilidade e frustrações, podem exercer um efeito devastador sobre o corpo e drenar a energia do sistema áurico. Da mesma forma, a falta de auto-estima, um conceito desfavorável sobre si mesmo e relações sociais negativas podem debilitar a aura e reduzir seriamente seu suprimento de energia. Os poluentes ambientais e certas substâncias presentes nas drogas podem temporariamente descolorir a aura ou diminuir sua extensão.

Factores positivos que actuam sobre a aura.

O amor, a força mais poderosa do universo, invariavelmente expande, ilumina e energiza a aura. Dentre os demais factores que a fortalecem destacam-se uma imagem positiva de si mesmo, sensação intensa de bem-estar, equilíbrio e harmonia interiores e interesse genuíno pelos outros. Cada esforço para ajudar o próximo ou para tornar o mundo um lugar melhor injecta uma energia que se irradia por todo o sistema áurico.

Qual a importância psíquica da aura?

Por constituir uma crónica da história de cada indivíduo, a aura pode fornecer informações importantes e não disponíveis por meio de outras fontes. Um número cada vez maior de evidências sugere que, alem das experiências de vidas passadas e presente, os eventos futuros, positivos e negativos, podem estar registados na aura. Sua simples visualização é capaz de activar nossas faculdades psíquicas, incluindo telepatia, premonição e clarividência.

Todas as auras têm cor?

A aura humana jamais perde a coloração. Embora a intensidade e a distribuição de cores possam variar consideravelmente, em termos gerais, a aura se caracteriza pela predominância de uma cor numa estrutura áurica relativamente estável. Embora às vezes se observem áreas brancas, a aura inteiramente branca, que significa perfeição, não existe.

Os animais têm aura?

Assim como os seres humanos, todos os animais tem aura, embora suas características sejam substancialmente diferentes da aura humana. A aura dos animais é normalmente menos complexa no que se refere à estrutura, mas sua coloração á mais intensa do que a nossa. Comparada à aura dos animais selvagens, a aura dos animais domesticados tem uma amplitude maior e uma coloração mais suave. Curiosamente, a aura dos animais de estimação frequentemente assume certas características de coloração, inclusive a cor dominante, dos seus primeiros donos. Com excepção dos animais doentes ou stressados, tais como aqueles que foram retirados da vida selvagem e colocados numa jaula, raramente se constata descoloração na aura dos animais.

As plantas têm aura?

Todas as plantas, qualquer que seja o seu porte, são dotadas de sistemas energéticos próprios, alem de um campo energético que as circunda, o qual, embora não seja habitualmente chamado de aura, apresenta algumas características semelhantes às da aura dos seres humanos e dos animais.

Em muitos casos, os padrões energéticos ao redor das plantas aparecem como uma extensão iridescente de sua estrutura básica e de suas cores. Percebemos ao longo de experiências que a nossa interacção com a vida das plantas, especialmente das árvores, pode influenciar o nosso próprio sistema energético.

Qual a relação entre a aura e o corpo físico?

A aura é uma manifestação visível da força vital que energiza a totalidade do nosso ser – físico, mental e espiritual. Sem essa força vital que o energiza, o corpo físico não funcionaria. Embora o corpo físico dependa da força vital reflectida na aura, essa força vital é independente do corpo físico. A aura, ao manifestar a força vital que serve de base para a nossa existência, também manifesta a nossa imortalidade como seres espirituais.

Qual a relação entre a aura e corpo astral?

O corpo astral, às vezes chamado de corpo etérico, é o correspondente não físico do corpo biológico. Ambos são mantidos pelo mesmo sistema energético de origem cósmica – o corpo astral em carácter permanente e o biológico, apenas temporário. Sem essa fonte de energia, não poderíamos existir fosse sob a forma física, mental e espiritual. Como já observado aqui, a aura humana é a manifestação visível dessa fonte de energia.

Qual a relação entre a aura e consciência?

A percepção consciente constitui a essência da nossa existência como fonte permanente de energia. A consciência individual é energia cósmica especialmente projectada para assegurar tanto a nossa individualidade como a nossa imortalidade. A nossa existência como entidade consciente é sustentada por um sistema de energia que compreende a aura e seu núcleo. É bastante frequente considerar-se esse núcleo como a eterna centelha da divindade que nos liga às nossas origens espirituais e dê sentido e permanência à nossa existência consciente.

O que acontece com a aura na morte?

A morte, mais do que um término de nossa existência como ser consciente, é o portal para um nova e estimulante dimensão de crescimento continuo. Embora na morte, o corpo físico “expire” como forma de vida, o não físico permanece energizado ao ascender para o plano extra físico. Neste plano, a força vital permanente, reflectida pela aura, continua sendo a mesma força vital de energização da nossa existência como entidades conscientes. Em alguns casos, a aura desprendida é visualizada como uma forma brilhante de energia que se ergue suavemente do corpo físico no momento da morte.

Em resumo, o sistema áurico humano está intimamente ligado a totalidade do nosso ser, permeando-nos e energizando-nos nos níveis físicos, mental e espiritual. É uma crónica em permanente evolução das nossas vidas, desde os nossos primórdios até o presente. É a manifestação do nosso destino de permanência e grandiosidade. Embora sua estrutura básica seja relativamente estável, é sempre sensível e reage ao nosso esforço de dirigi-lo.

Agora equipados com uma compreensão mais profunda da aura e de sua poderosa natureza, estamos prontos para explorar as novas e intrigantes dimensões da mente, do corpo e do espírito. A nossa missão – dominar as novas estratégias que energizam a nossa vida no presente e nos preparam para um crescimento ilimitado no futuro.



terça-feira, 3 de abril de 2012

Vida Integral versus Doenças Psicossomáticas


Vida Integral versus Doenças Psicossomáticas

 

A vida do ser humano é uma constante procura.

Desde a primeira infância procuramos respostas para tudo aquilo que não percebemos e que nos possam trazer segurança.

Após a idade dos porquês e da rebeldia, e a determinada altura, enfileiramos no sistema organizado, limitado e controlado.

A formatação é contínua, as barreiras esmagam-nos, apenas a estrada assinalada nos parece viável…

No entanto, essa condição tem data de validade, que já terminou.

Vivemos momentos transcendentais para a categorização do grau evolutivo da humanidade.

Está na hora de vivenciarmos a existência de forma integral, e não de forma parcial, como tem sido até agora.

A razão pela qual tantas pessoas vivem a vida apenas na procura, é porque nos surripiaram o painel informativo.

Aquele que nos diz que somos seres holísticos, integrais, que cada um em si mesmo é um microcosmo, cujo potencial apenas pode ser despoletado através do auto-conhecimento.

Assim, e por esse estar inconsciente, adormecido, vazam as chamadas doenças psicossomáticas, onde se enquadram a larga maioria das actuais doenças, e que a medicina define como:



“ Quando  a mente, por não conseguir resolver ou conviver com um determinado conflito emocional, passa a produzir mecanismos de defesa com o propósito de deslocar a dificuldade e/ou "ameaça" psíquica para o corpo. Com isso, acaba drenando, na forma de doença e seus respectivos sintomas, o facto doloroso”



No entanto, é a própria medicina que ainda coloca entraves á integração da Psiquê (Alma) na conjuntura de um global estado de boa saúde.

De Hipócrates, chamado o pai da medicina, citamos:



"Homem, conhece-te a si mesmo, para poderes reconhecer o Deus que habita em ti".



E é esta, a premissa básica pela qual deve fluir o nosso caminhar, no conhecer as diversas dimensões do nosso Ser.

Somos Seres Espirituais a ocupar temporariamente um corpo físico, e nestes maravilhosos tempos de mudança, a supra consciência, (Centelha Divina) impele-nos ao despertar.

Como Fénix renascida, vamos cada um de nós, retomar os estudos que nos tragam respostas do que somos, porque aqui estamos, para onde vamos.

Nos sistemas de ensino, estas, são também condições às quais todos devem ter acesso, e direito.

 

 

Do Livro:  “Ponte De Palavras “




domingo, 25 de março de 2012

Energia...a ponte entre a saúde e a doença


“Todos os homens e mulheres têm, sem saberem, uma enorme reserva de força e energia, muita da qual fica sem uso. Se estas forças não forem dirigidas conscientemente, nem utilizadas construtivamente em qualquer tipo de trabalho físico, intelectual ou artístico, então tal como o leite azeda quando não é consumido, estas forças tornam-se negativas, ou mesmo, destrutivas – como pode ser visto em muitos adultos e crianças.

Por razões especiais, incompreensíveis ao homem vulgar, a vida procria em excesso de abundância – mas as leis cósmicas obrigam a que, nada no universo fique estático, sem uso ou seja desperdiçado. Quando estas forças não produzem – dependendo do tipo de pessoa e do temperamento – ora se viram para dentro, actuando contra a própria pessoa e eventualmente destruindo-a sem que o saiba, sob a forma de preocupações, e ansiedades, depressões, ora se viram para fora, ora se transformando-se em tensões, e brigas à sua volta – e até, em escala maior, engendrando guerras! Estas energias extras no ser humano destinam-se à demanda espiritual e aos seus esforços, bem como adornar o mundo com a beleza de grandes criações artísticas. Quando estes fins não são cumpridos, então, como sempre acontece, a gravidade puxa estas forças na única direcção para que podem ir – para o fundo.

Muitos estados de depressão, emoções negativas são, em geral, sinais de energias não usadas. Sempre que surgem, um aspirante vigilante deveria reconhecer imediatamente estes sintomas, tentando converter estas forças numa solução positiva e criativa, antes de poderem estagnar e minar, inundando-o ocultamente com pensamentos e sentimentos destrutivos”



Edward Salim Michael
Via da Vigilância Interior