terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Pela Ronda

O Portal de Luz apoia a Ronda dos Sem Abrigo através da divulgação, e recebendo nas suas instalações os donativos que os nossos associados e leitores queiram partilhar com este Grupo que semanalmente distribui pão e amor pelos sem-abrigo da cidade do Porto.
Estes donativos compôem-se do que consta nos Sacos Ternura tal como podem ver no cartaz que segue:

- Pacotes de bolachas Maria
- Latas de salchichas
- Garrafas de água pequenas


 
A Ronda
 
É um carrossel feito de luar
Arca de pão, colo de mãe
Asas do sonho a recriar
É assim a modos que o som
De muitos corações a amar
 
A.
                                                      

Pie Jesus


Cartas Abertas

Boa tarde

Mais uma vez não consigo deixar de expressar a minha gratidão pela genial escolha do orador do passado domingo - Paulo Vieira de Castro.
Pessoa de um despretensiosismo arrebatador e, no entanto, portador de uma mensagem poderosa e edificante. É interessante analisar como aquilo que toca, que inspira, que promove o ser humano, são sempre as mensagens que fazem eco e testemunham o verdadeiro "eu" da pessoa, aquilo que constitui a sua essência real, fruto de vivências, de experiências muitas vezes de dor, de perda, de tentativas e erros, mas sempre de procura de caminhos onde o seu projecto de pessoa inteira, coerente, ética e espiritual, encontre formas de concretização. Se estamos despertos para este tipo de sensibilidade, reconhecemos e identificamos, por afinidade e sintonia esta matriz de valores naqueles que connosco interagem. Foi isso que senti relativamente a este Senhor. Sem máscaras, sem receitas, sem verdades absolutas , para além da necessidade, quase vital, de não abrir mão de valores como a bondade, a compaixão, o desapego, ele falou-nos de Humanidade ( Empresa Humana), de responsabilidade, de confiança, de resistência, fundamentos e sustentáculo da nova conciência que devemos promover e fomentar, primeiro em nós para que depois irradie para os outros, se eles estiverem dispostos a fazer a sua caminhada nesse sentido.
Estas são as tais coisas que não custam dinheiro, mas implicam escolhas conscientes, aceitar o risco de mudar, deixando ir o que tem de ir, aceitando o que vem. É um processo muitas vezes duro e solitário, onde não interessa mais o crescimento exponencial e desmesurado, mas o amadurecimento, a realização humana. Já não basta conhecer as regras do jogo, fazer eco delas, mas é preciso cumpri-las, trilhar o caminho com convicção e acção.
Se o fizermos desta forma, não mais seremos capazes de pactuar e dizer sim, se não for esse o desejo do nosso coração, se não for esse o anseio da nossa alma, pois esse anseio transcende tudo o resto. Assim é necessário, às vezes, que a alma grite de indignação, que a fasquia se eleve, sem medos, sem inseguranças nem falsos pudores.
É necessário que vivamos um novo enfoque relacional , baseado no cuidar, no cooperar, no aceitar. Só assim se estruturam homens e mulheres capazes de alcançar o mais alto patamar ético - o da espiritualidade.

Namasté.

Ana Maria Miranda

Eckhart Tolle


Sublime gratidão

A todos os que colaboraram para o êxito da 1ª Jornada do Livro que decorreu no passado fim-de-semana:

 
Aos colaboradores directos
Aos  autores dos livros
Aos criadores dos artigos presentes
Aos participativos visitantes...
 A Publicações Maitreya pela ímpar generosidade..e especialmente...
À Égregora de Luz que nos acompanhou


O nosso bem-haja

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Especialíssimo fim-de-semana


OS SEXALESCENTES



 
Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, os sexalescentesé a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.

Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica, parecida com a que em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.

Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta, teve uma vida razoavelmente satisfatória.

São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho. Que procuraram e encontraram há muito a atividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.


Talvez seja por isso que se sentem realizados... Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabe bem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5.º andar....

Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a mulher tem um papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar.

Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu sobre o que na realidade queria.
Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas... Mas cada uma fez o que quis. Reconheçamos que não foi fácil e, no entanto, continuam a fazê-lo todos os dias.

Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.

Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta/setenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.

De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil e quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos senti mentais.


Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos.
Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota, e parte para outra...

.... Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um fato Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo. Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.
Hoje, as pessoas na década dos sessenta/setenta, como tem sido seu costume ao longo da sua vida, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são. Hoje estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.
Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...Talvez por alguma secreta razão que só sabem e saberão os que chegam aos 60/70 no século XXI!
Mirian Goldenberg

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Mapa de Actividades Dezembro/ 2012

Dia Dia da Semana Horas Designação Valor
1 Sábado 10h Curso de Informática/Internet (para séniores) Inscrição
1 Sábado 10.30 Escolinha de Reiki Inscrição
1 Sábado 16h                Jesus e Maria Madalena em O Ser no Caminho Integral                                                        Entrada Livre
3 2ª feira 19h Meditação da Chama Violeta                    (Transmutação do planeta)                                                        Entrada Livre
3 2ª feira 20.30 Conversas com Alma                          Compart. 10€
5 4ª feira 21.30 ViaTao Inscrição
6 5ª feira 16.30 Meditação da Chama Violeta                    (Transmutação do planeta)                                                        Entrada Livre
6 5ª feira 21h Meditação de Harmonização Pessoal Entrada Livre
7 6ª feira 14/15h Emissão de Rádio Ponte de Palavras 91.5Mhz
8 Sábado 10/18h Jornada Do Livro  Entrada Livre
8 Sábado 17h Encontros de Teosofia Inscrição
9 Domingo 10/18h Jornada Do Livro  Entrada Livre
9 Domingo 16h DharmaMarketing - A Espiritualidade nas Empresas Entrada Livre
10 2ª feira 19H Meditação da Chama Violeta                    (Transmutação do planeta)                                                        Entrada Livre
12 4ª feira 21.30 ViaTao Inscrição
13 5ª feira 16.30 Meditação da Chama Violeta                    (Transmutação do planeta)                                                        Entrada Livre
13 5ª feira 21.30 Meditação de Harmonização Pessoal Entrada Livre
14 6ª feira 14/15h Emissão de Rádio Ponte de Palavras 91.5Mhz
14 6ª feira 21h Homenagem/Convívio aos Associados Associados
15 Sábado 10H Curso de Informática/Internet (para séniores) Inscrição
15 Sábado 10.30 Escolinha de Reiki Inscrição
15 Sábado 16h O Primado da REENCARNAÇÃO Entrada Livre
17 2ª feira 19H Meditação da Chama Violeta                    (Transmutação do planeta)                                                        Entrada Livre
19 4ª feira 21.30 ViaTao Inscrição
20 5ª feira 16.30 Meditação da Chama Violeta                    (Transmutação do planeta)                                                        Entrada livre
20 5ª feira 21H Meditação de Harmonização Pessoal Entrada Livre
21 6ª feira 14/15h Emissão de Rádio Ponte de Palavras 91.5Mhz
22 Sábado 16h Ho`oponopono Entrada Livre
      Encerrados de 23 a 25 Dezembro  
26 4ª feira 21h ViaTao Inscrição
27 5ª feira 16.30 Meditação da Chama Violeta                    (Transmutação do planeta)                                                        Entrada livre
27 5ª feira 21h Meditação de Harmonização Pessoal Entrada livre
28 6 ª feira 14/15h Emissão de Rádio Ponte de Palavras 91.5Mhz
29 Sábado 16h Meditação Extraordinária de Fim de Ano                                                     Entrada Livre
Encerrados de 30 de Dezembro a 1 de Janeiro (inclusive)

Tabus: que andamos a esconder às crianças?


 
Há assuntos que continuam vedados às crianças: a velhice, a morte, o dinheiro (ou a falta dele...). Afinal, devemos ou não falar de tudo com os mais pequenos?

Somos mais capazes de falar às crianças da nossa vida sexual do que daquilo que ganhamos ao fim do mês”, defende o economista Brad Klonz, no seu artigo ‘5 Coisas que Nunca deve Dizer às Crianças Sobre Dinheiro’.


Vivemos uma era de democracia, mas ainda há assuntos que preferimos manter em silêncio. Se pudermos. De facto, quem quer falar da morte a uma criança? Quantas vezes nós próprios não sabemos as respostas... Temos medo de dizer coisas erradas, de os angustiar, de os ‘traumatizar’. Temos medo de os entristecer, mas a vida também é feita de emoções negativas. Facto: mantemos as crianças num mundo de algodão, onde, se possível, elas não sofram de nenhuma maneira...

Andamos a roubar o lado negro da vida às crianças? “Andamos”, concorda o psicólogo Eduardo Sá. “Os psicólogos inventaram a ideia de traumatismo, uma memória que nunca desaparece. Não havendo infâncias cor-de-rosa, todos nós crescemos tolhidos por pequenos incidentes. Compreendo que por bondade os pais tentem evitar isso. Mas são esses pequenos dramas que nos ajudam a crescer. E estamos a correr um perigo terrível: estamos a criar uma geração de imunodeprimidos.”

Temos uma geração de crianças demasiado protegidas? “Claro. Nunca houve tantas doenças imunoalergológicas porque as crianças passaram a lavar as mãos por tudo e por nada, deixaram de fazer aquela vacinação popular a que os nossos avós chamavam ‘a vitamina P’. E na ânsia de proteção destas experiências, também lhes negamos as pequenas experiências de sofrimento, e assim lhes limitamos a vida. Proteger demais não é proteger.”

É preciso viver a vida

Qual é a criança que vai ver a avó ao lar? A quem contam histórias de fazer chorar as pedrinhas da calçada? A quem explicam que não há dinheiro, por isso adeus computador novo? E, no entanto, eles precisam de criar resistências: e nós não estamos a ajudar.

“São as experiências que nos formam, que nos capacitam para a vida”, explica Eduardo Sá. “Uma experiência de sofrimento é o melhor certificado de qualidade de uma relação. Quando temos uma família que, chegada a hora de sofrer, não consegue legendar o que quer que seja, chegamos à conclusão de que não a temos. E muitas vezes são as experiências de sofrimento que nos abrem para as experiências de comunhão. Por isso, eu tenho medo que às vezes as pessoas, de uma maneira simplista, queiram liofilizar de tal maneira a vida que não a vivam. E arrastamos as crianças nesse processo.”

Resultado: uma nova geração que, aterrada de súbito na era da crise, não sabe como enfrentar os pequenos dramas quotidianos. “Costumo dizer de forma provocatória que devia ser proibida a entrada na universidade aos alunos que nunca tivessem tido uma negativa...”, ri Eduardo Sá. “Temos uma ideia errada do crescimento humano. Errar é aprender, e quando as pessoas não erram não aprendem. Preocupam--me os alunos que nunca erraram, preocupam-me as crianças que nunca passaram por pequenos sofrimentos. Claro que é normal protegê-los dos grandes sofrimentos, como é óbvio, mas protegê-los de sofrer de maneira nenhuma é incapacitá-los para o indispensável. Se o primeiro sofrimento for aos 16 anos, quando a namorada lhe disser, ‘não quero ficar mais contigo’, eles caem verticalmente.”

Estamos a criar uma infância analfabeta nas emoções, onde as crianças não têm essa ginástica dos afetos, não sabem chorar nem rir... “O exemplo típico disso é a forma como as pessoas se esqueceram de que brincar é património da humanidade. As crianças têm um horário escolar absurdo, uma vida empanturrada de compromis++sos, como se não bastasse os trabalhos de casa, blocos de 90 minutos de aulas separadas por 10 minutos de recreio em que elas não têm tempo para brincar. Depois as pessoas deitam as mãos à cabeça e falam em défices de atenção...”

Viver a tempestade juntos

Luz ao fundo do túnel: talvez a crise traga a consciência de que, pais e crianças, estamos todos no mesmo barco. “É urgente recuperar a nossa humanidade”, defende Euardo Sá. “A crise não é tanto isto que estamos a viver, é esta ideia de que basta dar informação científica para formar uma pessoa. Mais conhecimento não significa mais humanidade.” A maioria dos pais relaciona-se com a criança enquanto aluno e não fala com eles das coisas mais importantes, é isso?

“Sim. A escola é tão importante para uma criança como o trabalho na vida dos pais: é importante, mas há coisas incomparavelmente mais importantes. E quando os pais põem a escola à frente de tudo, estão implicitamente a dizer que eu, como pai ou mãe, não sou um bem de primeira necessidade.”

Mas não é fácil falar às crianças da morte e da falta de dinheiro... “O que eu acho engraçadíssimo é que os pais passam a vida com ar consternado a dizer que as crianças acreditam no Pai Natal, e quem acredita num mundo de fadas são os pais. As crianças partilham o dia a dia connosco, vivem a realidade connosco. Os pais educam as crianças num mundo narcísico, enquanto a vida real é mais simples.”

Ora bem, se a vida é simples, vamos lá então saber: o que é que nunca se deve dizer às crianças sobre dinheiro (lembram-se?): o primeiro ‘não diga’, segundo Brad Klonz, é ‘Não sei como vamos pagar as contas’. Compreensível: uma coisa é saber que não há muito dinheiro, outra é ver os pais desesperados. A segunda: ‘Não tens nada a ver com aquilo que eu ganho’. “Não vejo onde está o mal de sermos honestos sobre aquilo que ganhamos, muito ou pouco”, defende Brad. Pode pedir-lhes para não o revelarem aos amigos, não por vergonha mas para evitar comparações. Terceiro mandamento: não peça desculpa se não lhe pode dar qualquer coisa. Não pode não pode, acabou-se. Mas explique porquê: não há dinheiro, ou pode haver mas ser mais bem gasto noutro lado... Ensine o que são ‘prioridades’. Quinto mandamento: evitar o silêncio. Explique de onde vem o dinheiro, como se ganha, como se pagam as contas. Tenha uma criança financeiramente educada.

Dê respostas concretas

Pior que o dinheiro, só o tema da morte. Mas mesmo aí, a simplicidade volta a ser a melhor arma: tem que se explicar a morte em termos que uma criança possa entender, e isso não significa dizer-lhe que a pessoa ‘está no Céu’, porque para eles isso significará, literalmente, que estão nas nuvens.

“As crianças pequenas são literais: por isso explique a morte em termos básicos”, aconselha o site www.kidshealth.com. Se um avô morreu, pode dizer que o corpo dele deixou de funcionar e os médicos não conseguiram consertá-lo.” Mas cuidado: é melhor não dizer “o avô morreu porque estava doente”, ou o neto achará que, de cada vez que tiver gripe, estará em risco iminente...

Evite eufemismos como ‘foi-se embora’ ou ‘já não está entre nós’. As crianças querem respostas concretas. “As perguntas delas podem parecer mais profundas do que de facto são. Quando elas perguntam – Para onde foi o avô? – não querem saber se há vida para além da morte, querem simplesmente saber onde está o corpo. Se responder – Está no cemitério – para eles chega”. Não chegará, obviamente, para um adolescente mais interessado na ‘lógica’ da morte: ‘porquê ele?’ Às vezes, a única coisa a fazer é estar próximo, e encorajar a conversa e a partilha de ideias e perguntas: mesmo as que não têm resposta...

A verdade almofadada

E então, para resumir, o que é que devemos esconder às crianças? “Acho que devíamos esconder  ‘A Casa dos Segredos’...”, afirma Eduardo Sá. “Tudo o que seja uma exibição sem pudor do sofrimento ou da intimidade é pornografia, e tudo o que é pornográfico é sentido pelas crianças como violento. Devíamos protegê-las da falsidade, porque os pais bonzinhos tomam as crianças como seres muito mais rudimentares do que de facto são. Temos é de separar a verdade da crueldade, que é uma verdade sem afetos.”

Tudo o resto é admitido? “Tudo o resto não merece poupança, porque quanto mais tardio é o nosso contacto com a vida, mais traídos nos sentimos. Os pais não podem trair. E era muito bom perceberem que, quando a verdade nos chega pela mão deles, é uma verdade muito mais almofadada.”

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Magdal-eder


 
Magdal-eder

 

Bem-amada que outras esferas alumias

A vibração do teu nome estremece-me, Maria…Maria…

Minha fundação, minha torre, minha cruzada

Abençoados os tempos que te reconhecem

Minhas, as gentes que te enobrecem

Meu sangue continuado

Colo de onde me levanto

Coração onde me expando

 

Yeshua

 

Por, A.

 

3 de Dezembro de 2012