quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Outras faces do amor
A Face do Amor - Madre Teresa
de Navin Chawla
de Navin Chawla
Então, o trabalho que eu testemunhei ao longo dos anos – vestir as mãos ulceradas de pacientes leprosos em Titagarh, ou confortar aqueles que estavam morrendo em Kalighat em Calcutá, ou apenas chegar ao próximo – não só se tornou possível, como muitas vezes era cheio de alegria. Isto também ajuda a explicar a facilidade com que as irmãs sorriem.
Durante a nossa associação de 23 anos, havia muitas coisas que Madre Teresa me explicara de seu modo simples e espontâneo, que se tornaram mais significativas com o passar do tempo. Minha relação com ela cresceu para se tornar uma relação de confiança, muitas vezes se aprofundando com maior compreensão. No início, quando Madre Teresa falava comigo ou falava em público, parecia que ela estava falando verdades quotidianas e elas pareciam muito simples. Minha mente as aceitava por causa do respeito que eu tinha por ela – que se intensificou como não havia diferença entre as suas palavras e suas acções, entre os seus preceitos e sua prática, e devido ao facto de que ela podia entender os pobres, porque ela era pobre. Mas, ao longo dos anos, comecei a aplicar o significado de suas palavras, em seu sentido espiritual, em minha vida diária e elas começaram a afectar meu ser interior.
Logo depois de 1992, quando a minha biografia sobre Madre Teresa foi publicada, eu pensei em usar os direitos de autor do livro, que eu estava começando a receber, para causas sociais. Eu acreditava que um livro vendido no nome dela não devia permitir-me manter os lucros para mim. Eu coloquei-lhe meu dilema. Ela sugeriu que eu devesse pelo menos manter certa quantia à parte para a educação da minha filha. Ela incentivou a minha filha mais velha a estudar no exterior e deu uma referência para uma universidade no Reino Unido. O resto dos direitos de autor eu poderia dedicar à caridade, se eu quisesse, para os marginalizados, os deficientes e, especialmente, os afectados pela lepra, que tiveram um lugar especial no esquema criado por Madre T
Ao escrever a biografia dela, eu, por vezes, passei por momentos frustrantes que qualquer biógrafo vai entender. Eu me sentava num banco do lado de fora do seu escritório na Casa Mãe, seu ashram em Calcutá. Às vezes, no decorrer de várias horas, eu fazia muitas perguntas, mas dificilmente seria capaz de conseguir uma ou duas respostas satisfatórias. Em cada questão era frequentemente interrompida, pois iria chegar alguém esperando para a conhecer. Naquela manhã, ela percebeu minha frustração e disse: “Este é o meu apostolado, eles vêm de longe eu tenho que confortá-los”. Quando eu pensei que finalmente poderia receber sua atenção exclusiva, ela recebeu uma mensagem de que um ciclone tinha a tingido a costa do Bangladesh, matando muitos e deixando milhares desabrigados. Ela imediatamente decidiu ir para Dhaka. Lembrei-lhe que os médicos não haviam permitido que ela nem sequer fosse lá abaixo, muito menos ir para Dhaka, e que seu marcador precisava de ser mudado na semana seguinte. Mas ela não obedeceu a nada disso e começou a prepara-se para sair. Esta não foi uma manhã particularmente frutífera para mim.
Madre Teresa nunca impôs sua religião. Ela nunca uma vez sequer, mesmo por inferência, sugeriu tal coisa. Ela sabia que eu era na melhor das hipóteses vagamente espiritual. Como muitas outras pessoas que eu conheço, eu só rezava em momentos de angústia. Com um sorriso, ela costumava dizer que orava por mim todos os dias, e ainda me pediu para aprender o poder da oração. Às vezes, quando ela distribuía o que ela chamava de seu “cartão-de-visita” (em que uma oração estava impressa), ela também entregava um para mim e, com um brilho os olhos, diria que talvez isso me ajudasse a aprender a orar. Que biógrafo improvável era eu então – não nascido em sua religião e só ocasionalmente espiritual, mas uma pessoa como várias outras a quem ela deu tão abundantemente, sem qualquer expectativa de retorno.
Cortesia da Revista India Perspectives
E de Spiritus Site
Pensamentos de Mestre Omraam
“Quem não está convencido de que é desejável ser bom,
honesto,
desinteressado, paciente, indulgente? Todos elogiam aqueles que
praticam essas virtudes, mas quantas vezes eles próprios não
são bons, nem honestos, nem desinteressados, nem pacientes, nem
indulgentes! E isso não os perturba muito, não lhes ocorre que
a verdadeira compreensão nunca deve estar separada da
realização.
A razão de ser dos exercícios espirituais é a de fazermos
vibrar todo o nosso ser, até as células das nossas mãos e dos
nossos pés, em sintonia com as verdades espirituais que
aceitamos intelectualmente. Devemos fazer descer ao plano físico
cada verdade com que contactamos, para impregnarmos com ela todo
o nosso ser. A verdadeira compreensão não se faz só com as
células do cérebro; ela faz-se também com as células do
coração, do estômago, dos pulmões, do fígado e de todos os
nossos órgãos. Sim, para que a nossa compreensão seja
completa, todas as células do nosso corpo devem participar. Se
as células dos outros órgãos não fazem corretamente o seu
trabalho, pouco a pouco as capacidades do cérebro são
igualmente diminuídas."
desinteressado, paciente, indulgente? Todos elogiam aqueles que
praticam essas virtudes, mas quantas vezes eles próprios não
são bons, nem honestos, nem desinteressados, nem pacientes, nem
indulgentes! E isso não os perturba muito, não lhes ocorre que
a verdadeira compreensão nunca deve estar separada da
realização.
A razão de ser dos exercícios espirituais é a de fazermos
vibrar todo o nosso ser, até as células das nossas mãos e dos
nossos pés, em sintonia com as verdades espirituais que
aceitamos intelectualmente. Devemos fazer descer ao plano físico
cada verdade com que contactamos, para impregnarmos com ela todo
o nosso ser. A verdadeira compreensão não se faz só com as
células do cérebro; ela faz-se também com as células do
coração, do estômago, dos pulmões, do fígado e de todos os
nossos órgãos. Sim, para que a nossa compreensão seja
completa, todas as células do nosso corpo devem participar. Se
as células dos outros órgãos não fazem corretamente o seu
trabalho, pouco a pouco as capacidades do cérebro são
igualmente diminuídas."
Omraam Mikhaël Aïvanhov
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Pontes de Arco-Íris
Pontes de Arco-Íris
As pontes que perduram são aquelas que não fazemos para nós
mas para os outros
As que provavelmente não iremos atravessar, mas que
iluminamos com risos de lua e raios de sol
Em cujas pedras desgastadas por passos seculares o nosso
coração palpita renascido em cada travessia… envolto nas límpidas cores que o
Céu alberga, em nós…
A.
11 de Fevereiro 2013
A.
11 de Fevereiro 2013
Ondas verdes
Ondas Verdes
Lembro-me de um campo numa manhã em maio
Com o céu cheio de sonhos que navegavam neste dia
Eu dançava através de ondas verdes de grama, como o mar
Por um momento eu podia sentir que eu era livre
Existem vagas de perdão e ondas de pesar
E as primeiras vagas de um amor verdadeiro eu nunca esquecerei
No campo aquela manhã que peregrinei sozinha
Havia ondas verdes de saudade para a vida
ainda desconhecida
Leve-me para casa, para o campo que embala meu coração
Onde as ondas chegam tão longe quanto você possa ver
Leve-me para casa, para os campos - Nós estivemos muito tempo distantes
Ainda posso ouvir você chamar por mim
Leve-me para casa, para o campo que embala meu coração
Onde as ondas chegam tão longe quanto você possa ver
Leve-me para casa, para os campos - nós estivemos muito tempo distantes
Ainda posso ouvir você chamar por mim
O que eu não daria para relembrar aquele estado celeste
Apenas um momento no tempo - tudo meu para criar
Assim como tomo meu ultimo suspiro, eu sei o que vou ver
La haverão ondas verdes para sempre esperando por mim
Leve-me para casa, para o campo que embala meu coração
Onde as ondas chegam tão longe quanto você possa ver
Leve-me para casa, para os campos - nós estivemos muito tempo distantes
Ainda posso ouvir você chamar por mim
S. Valentim
Na aproximação daquele que se diz ser o dia de S. Valentim, 14 de Fevereiro, vamos conhecer a história possivel deste bispo. Uma coisa temos por certo, que este dia é consagrado ao amor em todas as suas formas, e não só aos namorados, que é ainda uma homenagem à coragem, à Fé, e à entrega! Em suma poderiamos chamar-lhe o dia do Bem - Querer, no seu mais elevado sentido, o do amar sem condição... Um luminoso dia de S. Valentim para todos |
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A oração de S. Francisco por Maria Bethânia
....Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.
Quem é Sanat Kumara
Sanat Kumara – O Ancião dos Tempos
Para o Hinduísmo Sanat Kumara é um dos quatro Kumaras,
mencionados em textos purânicos como nascidos da mente de Brahma e descritos
como grandes sábios que fizeram votos perpétuos de castidade contra a vontade
do Pai, negando-se a procriar a sua espécie e permanecendo yogīs, a fim de
auxiliar na evolução do espírito humano, deixando que a evolução das formas
materiais fosse auxiliada por deidades menos excelsas. O Bhagavata Purāna
inclui os Kumaras entre os doze Mahājanas (grandes devotos) que, embora livres
da cadeia de renascimentos, realizam um trabalho espiritual para Vishnu por
causa da sua condição iluminada. Os Kumaras desempenham um papel significativo
em várias tradições hindus, especialmente nas associadas aos cultos de Krishna
e Vishnu.
Sanat Kumara é o misterioso personagem das tradições religiosas do
Oriente, e que foi apresentado ao Ocidente primeiro pelos escritos teosóficos
de Helena Blavatsky, tornando-se hoje um nome familiar. O texto de Chandoga Upanishad Sanat Kumara aparece como rishi (santo), e é uma
das deidades do Jainismo. Na cidade de Kataragama, no Sri Lanka, existe um
santuário ecuménico a ele dedicado e que reúne pessoas de diversos credos.
Algumas fontes identificam-no como Karttikeya, o deus da guerra e comandante
chefe do exército celeste, cuja função é exterminar o demónio Taraka, símbolo
da ignorância e da mente inferior.
De acordo com Helena Blavatsky, Sanat Kumara pode se entendido tanto como um ser real, como um símbolo para certas qualidades do intelecto superior, não fornece detalhes sobre este último aspecto. Considerado um homem objectivo, é o mais excelso dos Kumaras, que afirma serem sete ao todo. É chamado variavelmente de “o Vigilante Solitário”, “ o Ancião dos Dias”, “o Mahā Guru”, “O Iniciador Único” e “o Eterno Donzel de Dezasseis Anos” – uma vez que o seu nome significa “sempre jovem”.Este personagem exerce a função de Senhor do Mundo, líder supremo de toda a hierarquia espiritual invisível que rege, auxilia e sustente o Globo.
Charles Leadbeater (§) diz que ele representa o Logos na terra, presidindo a toda a evolução deste planeta ao longo de um extenso período de tempo. Leadbeater reitera a posição de Sanat Kumara como Senhor do Mundo e Iniciador Único, dizendo que todo o aspirante em determinado ponto da sua trajectória é apresentado a este ser, e que o seu aspecto é tão extraordinariamente belo e majestoso e emana tamanha aura de poder, antiguidade e omnisciência, ainda que aparentando ser um jovem, que muitos não suportam a visão.
Ainda segundo a Teosofia, o corpo físico de Sanat Kumara e o dos seus auxiliares directos, ainda que tenham forma humana, não são corpos naturais, como são os corpos humanos, mas sim foram criados voluntariamente através do seu poder espiritual para habitarem neste planeta, e não sofrem corrupção, não necessitam de alimento nem envelhecem.
Sanat Kumara seria originário de Vénus, e assim não faz parte da raça humana, mas teria vindo para a Terra para acelerar a nossa evolução, junto com outros três Kumaras seus auxiliares e uma corte de seres iluminados, fixando-se em Shambālla, um oásis do Deserto de Gobi. A sua chegada teria acontecido há 6,5 milhões de anos atrás, num período crítico da evolução do planeta, quando a humanidade, ainda primariamente humana, não poderia progredir mais no seu caminho ascendente sem um estímulo superior que só poderia ser proporcionado pelos Senhores da Chama, como são chamados os Kumaras, despertando a inteligência humana (o fogo divino interior) tornando possível para os homens trilhar a Senda oculta de desenvolvimento espiritual. Por isso os Kumaras são considerados os verdadeiros progenitores da humanidade infante nas primeiras noções de arte, ciência e desenvolvimento espiritual, e seriam os fundadores de toda a vasta dinastia de santos e sábios iluminados, de todos os credos épocas, que já viveram sobre a Terra.
Benjamin Creme, um dos líderes do movimento New Age, em grande parte subscreve o que ensina a Teosofia, acrescentando que os Kumaras vieram para cá em veículos que, densificando a sua estrutura atómica, se tornaram visíveis e são hoje o que se conhece como discos-voadores, afirmando que ainda existe contínua comunicação desta forma entre Terra e Vénus.
Referências
Blavatsky,Helena P. – Glossário Teosófico. São Paulo: Editora Ground
A Doutrina Secreta. São Paulo: Civilização Brasileira
Leadbeater. Charles W. O – Os Mestres e a Senda – São Paulo: Pensamento, 1997
De acordo com Helena Blavatsky, Sanat Kumara pode se entendido tanto como um ser real, como um símbolo para certas qualidades do intelecto superior, não fornece detalhes sobre este último aspecto. Considerado um homem objectivo, é o mais excelso dos Kumaras, que afirma serem sete ao todo. É chamado variavelmente de “o Vigilante Solitário”, “ o Ancião dos Dias”, “o Mahā Guru”, “O Iniciador Único” e “o Eterno Donzel de Dezasseis Anos” – uma vez que o seu nome significa “sempre jovem”.Este personagem exerce a função de Senhor do Mundo, líder supremo de toda a hierarquia espiritual invisível que rege, auxilia e sustente o Globo.
Charles Leadbeater (§) diz que ele representa o Logos na terra, presidindo a toda a evolução deste planeta ao longo de um extenso período de tempo. Leadbeater reitera a posição de Sanat Kumara como Senhor do Mundo e Iniciador Único, dizendo que todo o aspirante em determinado ponto da sua trajectória é apresentado a este ser, e que o seu aspecto é tão extraordinariamente belo e majestoso e emana tamanha aura de poder, antiguidade e omnisciência, ainda que aparentando ser um jovem, que muitos não suportam a visão.
Ainda segundo a Teosofia, o corpo físico de Sanat Kumara e o dos seus auxiliares directos, ainda que tenham forma humana, não são corpos naturais, como são os corpos humanos, mas sim foram criados voluntariamente através do seu poder espiritual para habitarem neste planeta, e não sofrem corrupção, não necessitam de alimento nem envelhecem.
Sanat Kumara seria originário de Vénus, e assim não faz parte da raça humana, mas teria vindo para a Terra para acelerar a nossa evolução, junto com outros três Kumaras seus auxiliares e uma corte de seres iluminados, fixando-se em Shambālla, um oásis do Deserto de Gobi. A sua chegada teria acontecido há 6,5 milhões de anos atrás, num período crítico da evolução do planeta, quando a humanidade, ainda primariamente humana, não poderia progredir mais no seu caminho ascendente sem um estímulo superior que só poderia ser proporcionado pelos Senhores da Chama, como são chamados os Kumaras, despertando a inteligência humana (o fogo divino interior) tornando possível para os homens trilhar a Senda oculta de desenvolvimento espiritual. Por isso os Kumaras são considerados os verdadeiros progenitores da humanidade infante nas primeiras noções de arte, ciência e desenvolvimento espiritual, e seriam os fundadores de toda a vasta dinastia de santos e sábios iluminados, de todos os credos épocas, que já viveram sobre a Terra.
Benjamin Creme, um dos líderes do movimento New Age, em grande parte subscreve o que ensina a Teosofia, acrescentando que os Kumaras vieram para cá em veículos que, densificando a sua estrutura atómica, se tornaram visíveis e são hoje o que se conhece como discos-voadores, afirmando que ainda existe contínua comunicação desta forma entre Terra e Vénus.
Referências
Blavatsky,Helena P. – Glossário Teosófico. São Paulo: Editora Ground
A Doutrina Secreta. São Paulo: Civilização Brasileira
Leadbeater. Charles W. O – Os Mestres e a Senda – São Paulo: Pensamento, 1997
Por gentileza de Spiritus Site
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Os
jovens acharam que essa era uma lei injusta e cruel. Por seu turno, o sacerdote
Valentim, que discordava completamente da lei de Cláudio, decidiu realizar
casamentos às escondidas.
Entre
os jovens que o admiravam, encontrava-se a filha do seu carcereiro. O pai dela
consentiu que ela o visitasse na sua cela e aí ficavam horas e horas a
conversar.