quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Teática e Bem-Estar
TEÁTICA
E BEM-ESTAR
Teática é um termo criado pela
Conscienciologia e que
significa
juntar a teoria à prática
Este
é o tempo de colocar na prática, a
TEÁTICA ….
Ao longo dos últimos 20 anos, e pelos mais diversos canais recebemos
inúmera informação cuja finalidade foi, e é, estimular o despertar da
consciência individual, e por consequência a colectiva.
Porque
assim é…só a transmutação individual vai gerar a grande mudança global.
Os
conteúdos destas informações são maioritariamente chamadas de atenção para o
reconhecimento e a compreensão da responsabilidade individual em todo o
processo vivenciado pela humanidade como um Todo.
Numa
análise mais aprofundada reparamos que também neste período, todo o acervo de
conhecimento dispensado pelo Universo ainda que Paracientifico, Metafísico e Multidimensional, foi sendo
continuamente acompanhado e sustido por dois fortes pilares:
-
Um, a herança escrita (profecias) de grandes civilizações, além de muitos dos
axiomas mais marcantes dos grandes Filósofos da antiguidade.
-
O outro pilar são as “descobertas” galopantes da ciência em alguns dos seus
ramos, como seja a Física Quântica – As descobertas do Espaço Sideral – O
estudo dos campos energéticos do corpo humano e outros. Coincidências?...Creio
que nisso estamos já todos de acordo, de que no Universo não existem coincidências,
mas sim, a sincronicidade matemática da Consciência Suprema a que chamamos
Deus.
Quem
estiver atento vai reparar que muitas das vozes calaram, recolheram, é tempo de
balanço e inventário. Por um lado, chegamos ao ponto de saturação de
informação, não por excessiva, mas por não assimilada (leia-se não trabalhada)
Por
outro lado a bancada alquímica está em movimento e chega a cada um conforme o
seu merecimento.
Com
uma faceta muito semelhante ao procedimento da Lei de Causa e Efeito, ainda que
invertido, “o chamado” mudou. Este rege-se agora pela aplicação prática dos
conhecimentos mais ou menos assimilados ou aceites.
Adentramos o ano do grande aprendizado da compaixão por auto-imposta condição do nosso subconsciente.
A
aplicação da lei fundamental da existência que é o “Solve Et Coagula”, crescer,
iluminar e unir, será exposto, ainda mais, nos nossos campos físico/mental e
psico/emocional.
O
não reconhecimento e prática deste principio será reflectido da mesma forma em
todas as nossas dimensões físicas.
As
doenças, leves ou graves, as dores, os acidentes, aquilo que parece correr mal
em todos os campos, tudo isto são alertas para que os nossos corpos se
expressem, se expandam na doação, no trabalho, na partilha do que somos, do que
temos, do que aprendemos, com os outros.
“Ninguém sente dor de cabeça
quando está confortando alguém”.
Provérbio indiano
Madre Teresa de Calcutá
“Seja a mudança que você deseja
ver no mundo”.
Mahatma Gandhi
“Muito se pedirá àquele que
muito recebeu”
Jesus
A.
Todo dia é dia da "Essência"
O DIA DA ESSÊNCIA
Hoje é o dia da Essência. De brincares com ela, de lhe dares atenção, de a levares a sério. A nível evolutivo, o teu Eu Superior é o mestre. É quem te pode ensinar. É quem tem o teu plano de vida lá em cima, o plano ao qual deves recorrer em caso de dúvida. E, nesse caso, é o Eu Superior.
A nível de auto-estima, experiência terrena e auto-realização, é a Essência a grande senhora. É ela que sabe o que te vai fazer feliz aí em baixo. Comos recursos aí de baixo. Ela é quem tem o teu plano de vida aí em baixo e é responsável por fazer com que tu o cumpras da maneira mais criativa possível. Criando um eu novo a cada dia. Ou, pelo menos, rejuvenescendo-o a cada dia.
E hoje é o dia dela. Faz algo que desejas fazer há muito tempo. Tem essa coragem. Essa ousadia de correr atrás do que te faz feliz. Vai. Faz isso. E oferece essa ousadia à tua essência. Dá-lhe. Mostra o quão gostas e confias nela. Conversa com ela. Pergunta-lhe o que é que ela quer que vistas hoje, como gostaria que penteasses o cabelo, e por aí adiante.
Vais ver que essa bolinha branca no peito vai começar a falar. A dizer o que quer e ao que vem. Tira um dia só para estares com ela. Dá-lhe prioridade na tua vida. E vais ver que vais começar a dar força a uma das maiores aliadas do céu na tarefa definitiva de te fazer feliz.
Jesus por Alexandra Solnado
Hoje é o dia da Essência. De brincares com ela, de lhe dares atenção, de a levares a sério. A nível evolutivo, o teu Eu Superior é o mestre. É quem te pode ensinar. É quem tem o teu plano de vida lá em cima, o plano ao qual deves recorrer em caso de dúvida. E, nesse caso, é o Eu Superior.
A nível de auto-estima, experiência terrena e auto-realização, é a Essência a grande senhora. É ela que sabe o que te vai fazer feliz aí em baixo. Comos recursos aí de baixo. Ela é quem tem o teu plano de vida aí em baixo e é responsável por fazer com que tu o cumpras da maneira mais criativa possível. Criando um eu novo a cada dia. Ou, pelo menos, rejuvenescendo-o a cada dia.
E hoje é o dia dela. Faz algo que desejas fazer há muito tempo. Tem essa coragem. Essa ousadia de correr atrás do que te faz feliz. Vai. Faz isso. E oferece essa ousadia à tua essência. Dá-lhe. Mostra o quão gostas e confias nela. Conversa com ela. Pergunta-lhe o que é que ela quer que vistas hoje, como gostaria que penteasses o cabelo, e por aí adiante.
Vais ver que essa bolinha branca no peito vai começar a falar. A dizer o que quer e ao que vem. Tira um dia só para estares com ela. Dá-lhe prioridade na tua vida. E vais ver que vais começar a dar força a uma das maiores aliadas do céu na tarefa definitiva de te fazer feliz.
Jesus por Alexandra Solnado
"Viver é fazer uma viagem"
Mínima Theologica de Leonardo Boff
Os antigos já diziam:”vivere
navigare est” quer dizer, “viver é fazer uma viagem”, curta para alguns, longa
para outros. Toda viagem comporta riscos, temores e esperanças. Mas o barco é
sempre atraído por um porto que o espera lá no outro lado.
Parte o barco mar adentro. Os familiares e amigos da praia
acenam e o acompanham. E ele vai lentamente se distanciando. No começo é bem
visível. Mas na medida em que segue seu rumo parece aos olhos cada vez menor.
No fim é apenas um ponto. Um pouco mais e mais um pouco desaparece no
horizonte. Todos dizem: Pronto! Partiu!
Não foi tragado pelo mar. Ele está lá, embora não seja mais
visível. E segue seu rumo.
O barco não foi feito para ficar ancorado e seguro na praia.
Mas para navegar, enfrentar ondas, vencê-las e chegar ao destino.
Os que ficaram na praia não rezam: Senhor, livra-os das ondas
perigosas, mas dê-lhe, Senhor, coragem para enfrenta-las e ser mais forte que
elas.
O importante é saber que do outro lado há um porto seguro.
Ele está sendo esperado. O barco está se aproximando. No começo é apenas um
ponto levemente acima do mar. Na medida em que se aproxima é visto cada vez
maior. E quando chega, é admirado em toda a sua dimensão.
Os do porto dizem: Pronto! Chegou! E vão ao encontro do
passageiro, o abraçam e o beijam. E se alegram porque fez uma travessia feliz.
Não perguntam pelos temores que teve nem pelos riscos que quase o afogaram. O
importante é que chegou apesar de todas as aflições. Chegou ao porto feliz.
Assim é com todos os que morrem. O decisivo não é sob que
condições partiram e saíram deste mar da vida, mas como chegaram e o fato de
que finalmente chegaram. E quando chegam, caem, bem-aventurados, nos braços de
Deus-Pai-e-Mãe de infinita bondade para o abraço infinito da paz. Ele os esperava
com saudades, pois são seus filhos e filhas queridos navegando fora de casa.
Tudo passou. Já não precisam mais navegar, enfrentar ondas e
vencê-las. Alegram-se por estarem em casa, no Reino da vida sem fim. E assim
viverão para sempre pelos séculos dos séculos.
Leonardo Boff
domingo, 27 de janeiro de 2013
= Igual =
Todos somos iguais em
tempo e condições diferentes, amorosamente programadas pela consciência suprema
de Deus, de forma a que, o comportamento reactivo a essas diferenças seja pedra
angular da pirâmide desenhada pelo nosso caminhar evolutivo individual.
Condição ainda
enraizada em muitas mentes, a de que idade, tipo, grau académico, e outras, são
barreiras de separação social, afectiva, ou profissional.
São estas as mentes
que por via educacional, gerem as suas posturas comportamentais pela falácia
ilusória “das diferenças”.
Por norma, estes seres
transportam em si mesmos uma enorme carga de inferioridade e baixa auto-estima
que projectam nos outros sob a forma da separabilidade calculada, expressa por
uma arrogância saturada da mais profunda ignorância acerca do Plano Superior da
Vida e da Consciência Cósmica.
São apoiados nos seus
devaneios por outra profunda brecha, que é a crise de reais valores da
sociedade actual, aqui e agora, onde vigoram critérios vazios de humanitarismo,
orlados de preconceitos arcaicos, de uma subserviência recalcada por décadas de
obscurantismo, e medo.
Nestas formas de estar
e agir, é comum a proliferação dos estropiados morais, dos exangues
espirituais, dado que o facilitismo gerado por um falso poder os torna vítimas
de um materialismo endeusado, que
secciona o que não pode ser separado: a dimensão humana e a dimensão
espiritual.
Os limitadíssimos conhecimentos
intelectuais e técnicos, (direccionados
para a robotização profissional) que preenchem um CV académico, (ainda que na sua mais alta expressão)
são apenas uma gota de água nos vastos oceanos cósmicos, onde todos podem
beber.
A cultura expande-se
num leque infinito cuja função é a complementação da teoria, da experiência,
das muitas culturas que compõem o nosso mundo físico e metafísico.
Por vezes, as
demonstrações destes medos inculcados por ecos familiares ou psicóticos são tão
subtis, que os próprios não se reconhecem na militância das crenças da
superioridade social.
As diferenças físicas são a complementaridade pela
aceitação - são a expansão dos limitados e esclavagistas critérios que
bloquearam as nossas mentes pequenas. São ainda o prenúncio das extraordinárias
diferenças dos milhões de formas de vida do Cosmos com que nos iremos defrontar.
Queridos amigos, nada
existe por si, e para si! Tudo o que existe tem como função primordial a
espiral evolutiva, e esta, apenas se pode concretizar em todas as acções da
nossa vida pela complementaridade dos sentires, das formas, dos saberes de cada
Ser que connosco se cruza, pois na total harmonia cósmica não existem superiores,
inferiores, diferenciados, diminuídos… nem acasos…
Que o despertar se torne integral e
integrativo, pela amorosa compreensão e aceitação da essência divina em tudo,
em todos.
A.
Queixamo-nos...
Queixamo-nos com razão
dos mercados, da ganância das corporações, dos bancos e do capitalismo. Mas com
muito maior razão nos queixaríamos de termos necessidades mínimas e vivermos
com desejos máximos. É isso que cria, alimenta e reproduz os mercados, as corporações,
os bancos e o capitalismo. São eles que a exploram, por via do marketing e da
publicidade, mas a ganância é nossa. Vivamos com o mínimo: seremos livres e
este sistema ruirá, incluindo a política que o serve. Vivamos com o mínimo,
sobretudo com o mínimo de ego, se possível sem nenhum, e descobriremos a
Plenitude que desde sempre nos habita.
Paulo Borges (presidente da União Budista Portuguesa)
Para além da mente racional
PARA ALÉM DA
MENTE RACIONAL
A maioria
das pessoas passa a vida inteira aprisionada dentro dos limites dos próprios
pensamentos; não ultrapassando uma estreita e individualizada consciência do
eu, produzida pela mente e condicionada pelo passado.
Como em todos
os seres humanos, existe dentro de si uma dimensão de consciência muito mais
profunda do que o pensamento. É a própria essência da sua identidade. Podemos
entendê-la como uma presença, perceção ou consciência não-condicionada.
(…) A
descoberta daquela dimensão liberta-o, e liberta o mundo do sofrimento que
inflige a si próprio e aos outros sempre que não vê outra coisa a não ser o “
pequeno eu, “ construído pela mente que governa a sua vida. O amor, a alegria,
a criatividade e a paz interior duradoura só poderão ser vividos através da
consciência não-condicionada.
Se for capaz
de reconhecer, mesmo ocasionalmente, que os pensamentos que atravessam a sua
mente são apenas pensamentos; se conseguir aperceber-se dos seus próprios
padrões de reação mental e emocional à medida que eles ocorrem, tal significa
que aquela dimensão já está a emergir de dentro de si como sendo a consciência
onde os pensamentos e as emoções acontecem – o espaço interior intemporal onde
o conteúdo da sua vida se manifesta.
Por vezes,
podemos ser facilmente arrastados pela força da corrente do pensamento. Isto
acontece porque todos os pensamentos julgam que são muito importantes e querem
captar totalmente a nossa atenção.
Pratique um
novo exercício espiritual: não leve os seus pensamentos muito a sério.
É muito
fácil uma pessoa ficar encarcerada nas suas próprias prisões conceptuais.
Na ânsia de
conhecer, de entender e controlar, a mente humana confunde as suas opiniões e
pontos de vista com a verdade. Afirma: isto é assim. Teremos de ser mais
abrangentes do que o pensamento para percebermos que qualquer interpretação que
se tenha sobre a “ nossa vida “ ou a vida e o comportamento dos outros,
qualquer juízo que se faça sobre uma situação não é mais do que um ponto de
vista, uma de muitas perspectivas possíveis. (…) A realidade é um todo uno,
onde todas as coisas estão entrelaçadas, onde nada existe em si e por si mesmo.
Porém, o pensamento fragmenta a realidade – retalha-a em mil e um pedaços
conceptuais.
A mente
racional pode ser um instrumento útil e extraordinário, mas também limitativo
quando se apodera completamente da vida e o impede de ver que a mente não passa
de um aspecto diminuto da consciência que nós somos.
A sabedoria
não é um produto do pensamento. É um conhecimento profundo que advém do simples
gesto de se dar toda a atenção a alguém ou a alguma coisa. A atenção é a
inteligência primordial, a própria consciência. Derruba as barreiras criadas
pelo pensamento conceptual e, assim, surge o reconhecimento de que nada existe
em si e por si mesmo. Reúne aquele que percebe e aquilo que é percebido, o
sujeito e o objecto de conhecimento, num campo unificado de consciência,
curando essa separação.
Sempre que
nos enredamos em pensamentos compulsivos, estamos a evitar aquilo que é, a realidade
tal como ela é. Não queremos estar onde estamos. Aqui, agora.
(…) Tal não
significa abdicar de pensar, mas simplesmente não se identificar completamente
com o pensamento nem ser dominado por ele.
Sinta a
energia no interior do seu corpo. Quando o faz, o ruído mental abranda ou cessa
de imediato. Sinta a energia nas suas mãos, nos pés, no abdómen, no peito.
Deste modo,
o corpo torna-se uma porta de entrada, por assim dizer, para uma sensação de
energia vital mais profunda, subjacente aos pensamentos e às emoções
inconstantes.
(…) Porém,
enquanto nos encontramos nesse estado, o pensamento racional não desaparece,
continua disponível se for necessário para algum propósito prático. A mente
mantém a capacidade de funcionar, e funciona perfeitamente quando é utilizada e
se manifesta através da inteligência superior que nós somos.
(…) Nada
disto é significativo para a mente, uma vez que ela tem coisas “ mais
importantes “ em que pensar. Também não é algo que a mente memorize.
(…) O
domínio de qualquer área em que nos empenhemos – a criação artística, o
desporto, a dança, o ensino, a terapia – implica que a mente racional esteja
posta de parte no assunto ou pelo menos esteja em segundo plano. Um poder e uma
inteligência superiores, contudo, formando connosco uma Unidade, tomam conta da
situação. Deixa de haver um processo de decisão; a ação acertada acontece
espontaneamente. E não somos “ nós “ que comandamos. Dominar a vida é o oposto
de controlar. (…) Significa associarmo-nos à consciência superior.
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