Homenagem ao inesquecível Carl Sagan e as boas-vindas aos nossos irmãos das estrelas
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
RAZÃO Vs COMPREENSÃO
O relacionamento com aqueles com quem convivemos e nos
encontramos é sempre um desafio de alto significado.
O universo que cada um traz consigo, seu mundo particular, suas
conquistas e dificuldades são expostas, gerando, não poucas vezes, conflitos
nas relações humanas.
Naturalmente que, quanto mais próximas e frequentes forem essas
relações, mais elas exigem de nós.
Assim é que na vida em família, onde o verniz social e as
aparências superficiais não se sustentam, os conflitos se mostram às vezes
intensos.
Porém, não por acaso, a Providência Divina escolhe, define e,
algumas vezes mesmo nos consulta, para estabelecer com quem e entre quem
estaremos iniciando uma nova jornada.
Será no meio familiar que enfrentaremos os maiores desafios de
relacionamento, e será ali, inúmeras vezes, que teremos as mais significativas
lições para a vida.
Além do próprio lar, encontraremos outras oportunidades de
aprendizado. Será o vizinho um tanto excêntrico, o chefe pouco tolerante, o
colega de trabalho mal-humorado.
Porém, não podemos nos esquecer que será a vida de relação que
nos possibilitará o exercício da compreensão, da tolerância, do amor o próximo.
Ao entendermos cada ser humano como uma alma em evolução, que
renasceu, como nós, mais uma vez, com bons desafios para enfrentar, veremos que
somos todos mais parecidos do que podemos imaginar.
É claro que cada um traz suas peculiaridades, suas manias, suas
falhas. Mas, em essência, somos todos almas buscando a perfeição.
Assim, quando alguma dificuldade acontece, no relacionamento com
alguém, talvez seja melhor não buscar o enfrentamento.
Muitas vezes enfrentamos ao outro, discutimos, brigamos, gerando
tensão e nervosismo, para deixar claro que estamos com a razão, que merecemos
um pedido de desculpas.
E para isso, pagamos o preço de perdas de amizade, dificuldades
no emprego, tensões familiares complexas.
Talvez, em nossas dificuldades de relacionamento, devêssemos nos
perguntar quem está com a caridade, quem está com a compreensão, quem está com
a humildade, e não quem está com a razão.
Afinal, a vida em sociedade, inevitável para nosso progresso, é
a oportunidade de desenvolver valores morais de que ainda não
dispomos.
Assim, o intolerante será nosso professor de paciência, o
arrogante nos ensinará a humildade e o extravagante nos oportunizará o
desenvolvimento da compreensão.
Todos aqueles que cruzam nossos caminhos nos trazem lições, de
uma ou de outra maneira. Alguns pelo exemplo que oferecem, outros por aquilo
que nos exigem para a convivência.
Nesse sentido, Jesus, o pedagogo por excelência, nos convida a,
se alguém nos chamar para caminharmos mil passos, oferecermo-nos para andar
dois mil. E, se alguém nos pedir a capa, oferecermos a túnica também.
Nessas aparentes perdas que imaginamos ter, aos olhos do mundo,
estaremos ganhando, nas questões da alma, os verdadeiros e mais importantes
valores que podemos amealhar para nós mesmos.
Redação do Momento
Espírita.
Em 24.10.2012.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Seguir a Alma
Seguir a Alma
Votos de uma
semana plena de momentos felizes, de encontros e reencontros com a Luz que
todos somos!
Sigam a Alma,
pois o chamado é audível e perceptível.
Condições
energéticas anómalas convidam à reflexão e à introspecção.
Outras condições,
as de cegueira de alguns Seres, que por esse mundo fora são marionetas de
forças involutivas, impulsionam-nos a dar as mãos, a unir forças, para
co-criar a Paz.
Os "Tempos
de Mudança" são, neste preciso momento de grandes provas individuais e colectivas. Todos sentem a separação do trigo do joio, todos sentem como
o despertar é cada vez mais abrangente e actuante.
Mas estejamos
alerta!
- Porque o
trigo e o joio são os nossos plantios internos, por ressonância vibratória,
somos co-participantes e co-responsáveis por tudo o que se passa no planeta, tudo…
- Alerta, para
aceitar e entender o “efeito espelho” que os outros Seres provocam em
nós. É tão fácil amar “os bons”…mas o teste está em amar “os outros”…
aqueles que se voluntariam para serem a nossa prova de aferição… lembremo-nos
que na dimensão do além-vida são esse os Seres que mais nos amam, e como tal se
predispuseram a esse papel.
- Alerta,
para compreender que o despertar de cada um vem na hora e momentos certos e
que esse facto não é sinónimo de qualquer "estatuto", ou falta
dele.
- Alerta, para a
epidemia do “comércio da espiritualidade” não existem Seres espirituais e
outros Seres não espirituais!
Todos somos
Seres Espirituais (Consciências em Evolução) em diferentes patamares
evolutivos.
Todo Ser é um
micro cosmo ( Tanto Em
Cima Como Em Baixo) toda a sabedoria cósmica está em cada uma
das nossas células, vamos permitir a emersão dessa LUZ.
O Caminho é
árduo mas é nosso!
- A
bondade é intrínseca do Ser, abram alas para ela
– O medo é o
oposto do Amor, transmutem-no
– A
competitividade é o reflexo do medo, apaguem-na
– O Ego é
necessário á “persona” o Divino em cada um de nós, dissolve o Ego –
Queridos
companheiros de caminho, vamos retirar os escolhos que impedem a Luz!
Vamos digerir e
assimilar todo o conhecimento e teorias aprendidas promovendo mudanças
significativas em cada momento e gesto da nossa vida, em especial na interacção
com os outros.
E partilhemos, graciosa
e amorosamente, o que o coração nos indica, e que esta partilha seja feita de
paz, de harmonia, e compaixão que é igual a:
Compreender – Aceitar – Amar
Vamos instalar a Paz no nosso coração, pois só assim levaremos a Paz ao
mundo.
Reconhecer que cada grande desarmonia, em qualquer área, é um reflexo das
pequenas desarmonias que geramos em nós próprios, permitirmo-nos a integração
plena na Unicidade…aqui e agora….porque, está na hora…..
A.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Reiki e os Portais
“Eles (referindo-se aos Terapeutas daquela
época) cuidam do ser.
Filon descreve-os como
sendo filósofos cuja profissão é superior a dos médicos pois a medicina comum
nas cidades daquela época "só cuida do corpo” enquanto a outra cuida
também do psiquismo (psukas), que, preso por doenças penosas e difíceis de
curar, como são o apego ao prazer, a desorientação, o desejo, a tristeza, as
fobias, as invejas, a ignorância, o desajustamento ao que se é, e a multidão
infinita das outras patologias (pathon) e sofrimentos"
Filon de Alexandria (filosofo
judeu (contemporâneo de Jesus)
O Reiki e os Portais
Este título é em si
mesmo sugestivo… porque afinal todos conhecem o Reiki como terapia, mas, (existe
uma frase que não nos cansamos de repetir) o Reiki é: Uma terapia diferente….
Vamos então à descoberta
dessa diferença…Comecemos por esclarecer o que é “terapia e “terapeuta” :
- Terapia: é um processo
de cura
- Terapeuta: é o agente
de cura
Para formar terapeutas
existem escolas, institutos que com toda legitimidade e que dentro do seu campo
de conhecimentos formam excelentes terapeutas.
Mas, o Reiki é
diferente….
Prosseguindo à
descoberta da tal diferença, e quando analisamos em profundidade as circunstâncias
vivenciais da sociedade actual, exacerbadamente materialista, verificamos que
os terapeutas (mesmo os chamados alternativos), estão já totalmente inseridos no que eu chamo a Matrix. Ou seja um sistema
onde se faz a apologia da doença, e não o da cura. Este é o estado actual da
nossa sociedade!
São tantos a quererem
curar outros tantos, que na conivência e estimulados por lobbies poderosíssimos
como são as mega indústrias farmacêuticas, tudo roda para alimentar a ideia
generalizada de que somos doentes…
Esta ideia está tão
enraizada, que muitas pessoas que têm em si mesmas as ferramentas da cura, no
entanto, continuam a preferir o auto-envenenamento sistemático pelos fármacos ou
a recorrência a tratamentos milagrosos,
ou máquinas sofisticadas, que apenas disfarçam os sintomas, ou têm o efeito
placebo, sem nunca eliminarem a causa.
Outro aspecto, são os
grupos que se dedicam a ajudar outros, e que ainda que não sejam movidos pelo
interesse monetário, existe em muitos casos, um interesse subjacente e não
identificado que tem a ver com a necessidade de se auto compensarem pela
ascendência que possam vir a ter sobre outros seres. São várias as razões para
estas posturas mas as mais comuns são: descompensação emocional, fuga às suas
condições e facetas de vida, e ainda o ego…..
Existem umas partilhas
da autoria de Trigueirinho referentes ao tema “Os curadores em oposição aos
curandeiros” cuja leitura recomendamos. O sistema do curandeirismo, tal como o
dos fármacos, atenua e disfarça por horas, dias ou até meses a sintomatologia,
mas não cura a causa das desarmonias.
Explicar esse fenómeno,
o do curandeirismo é simples mas demorado, tem a ver com manipulações
energéticas, e não é tema de hoje, mas recomendo que leiam ou releiam esses
textos.
Amigos… ninguém cura
ninguém – Somos nós que nos curamos a nós próprios, e o ideal é, evitar,
prevenir a doença…
Para tal, somos livres
de exercer o direito de opção pela saúde ou pela doença. Para fazermos isso,
temos antes de mais de nos conhecermos, e quando gradualmente vamos conhecendo
este Ser que somos, em todas a suas vertentes, quando nos permitimos reconhecer
as nossas facetas emocionais desalinhadas, quando nos permitimos abrir a mente
para novas formas de estar e ser, quando permitimos ao nosso coração que se
expresse pela sua verdade, a sua única verdade, que é o Perdão e o Amor
Incondicional, nada, mas nada nos pode atacar em qualquer dos nossos campos
dimensionais ou corpos.
Quando afirmamos que o
Reiki é diferente, é pelo simples facto de que este tem duas vertentes, numa
primeira e básica abordagem, o Reiki é realmente uma terapia, que actua no
imediato, em qualquer área dos corpos e nivela, vitaliza, harmoniza, e abre os portais à cura. Mas quem tem que passar
os portais é a própria pessoa, sejamos
nós ou outro, que veio à procura de ajuda.
Mas, ninguém consegue
passar os portais com as vestes que
sempre usou, é preciso remodelar o fato, ……porque nós somos seres perfeitos,
que ao longo das nossas múltiplas vidas fomos armazenando múltiplas estirpes de
bactérias astrais ….
A outra faceta do Reiki
é a vertente espiritual, porque a Energia é Sagrada, é a expressão do Espírito
ao serviço, pela entrega total.
Reiki é o Espírito Santo…chega a todos? Ainda não! Mas, paira sobre todos, está ao alcance de todos no seu máximo
limite de descida! Depois, toca-nos a nós elevar-nos, um pouquinho que seja,
para que o encontro se dê.
Existem também os casos
das curas chamadas milagrosas em que num simples passe magnético, num toque,
num tratamento, alguém se cura de uma longa e difícil doença.
Nestes casos, que estão
documentados ao longo da História e da qual Jesus é figura central, existem
dois factores fundamentais, dois ingredientes que na sua fusão alquímica
promovem o milagre:
- um desses elementos é
o amor (mas um amor de qualidade e quantidade tão plena, que
quando estamos em desarmonia não conseguimos sequer percebê-lo), este era o amor que Jesus emitia
- o segundo elemento, mas
não menos importante, a contra- parte do milagre, é a Fé da pessoa que pede
ajuda, o acreditar, o querer! ELE dizia-o sempre, quando um destes milagres
ocorria “ A tua Fé te salvou”.
Aqui, e nos tempos
actuais, o conceito Fé tem que ser acrescido pelo conhecimento, saber aquilo
que somos, e optar, por aquilo que queremos ser e isto faz-se pelo desbravar o
conhecimento.
Depois é só meter pés a
caminho, o do meio, o TAO.
Ao trilhar o caminho, as
pessoas adquirem uma expansão de consciência, reparem, não é uma nova
consciência, porque ela é só uma, é a expansão da mesma.
Como um balão que
estivesse amarfanhado pelas nossas pequenas mentes egoicas, pelas nossas
emoções doentias, que de repente se solta dessas correntes, enche-se de ar puro
e começa a subir e quanto mais sobe, obtêm-se, naturalmente, outras
perspectivas, que por sua vez facilitam continuar a subida.
Nas civilizações
antigas, remanescentes da Atlântida, entre elas a Egípcia, existiu e ainda
existe, um grande saber oculto, que gradualmente vai sendo desvendado à
humanidade, exactamente na proporção que cada ser tem capacidade para
assimilar.
Este chega a cada um
individualmente, e a capacitação de o perceber advém da altura a que está o
nosso balão.
Nessa civilização
fundaram-se as famosas Escolas de Mistérios, de onde saíram posteriormente
grandes Mestres.
As pessoas que pelo seu
trabalho e mérito conseguiam ser aceites nessas escolas eram chamados de Iniciados,
que significa: procurar a conexão do homem com o Universo, a junção ou fusão da
dualidade, o conhecimento do que vai além do físico, por outras palavras, ir ao
encontro da metafísica, a superação da missão motivadora da nossa encarnação.
Caros colegas, amigos,
vamos recuperar a compreensão e o respeito pela tradição, não a limitadora, mas
a sábia, que nos ensina que o processo é por vezes longo, mas fascinante. Não
se “formam” pessoas em Reiki, menos ainda por atacado….
Reiki, é um estado de
consciência a atingir gradualmente, conforme vamos fazendo, e de que forma
fazemos, o TAO (Caminho)….
Porque não é a
ferramenta que faz o trabalhador, é a prestação e o equilíbrio do trabalhador
que atrai a si, mais e melhores ferramentas…
E aí, emerge a Maestria,
porque esta é algo que deve nascer de dentro para fora, e que se expande até
tocar as fímbrias de outros seres.
Somos uma Família, em
que cada um de nós é em si mesmo uma semente, que a seu devido tempo vai
desabrochar, ser Água Viva para tudo o que o rodeia, ser a boa semente de
outros campos, para o qual devemos ainda fortalecer-nos, que o caminho é longo.
TERAPIA vem de THERAPEUEN, palavra de origem grega e que
significa INICIAÇÃO
Quando há uns anos aceitei a incumbência de guiar
pessoas pela via do Reiki, fiz a intenção, e acredito que esta se tem
concretizado, que mais que formar terapeutas, muitos daqueles a quem tive a
honra de abrir o portal do Caminho do Coração, são hoje, INICIADOS, a quem reverencio
com todo o meu amor, respeito e gratidão.
Namastê
Maria Adelina de Jesus
Lopes
Portal, é um código individual, decifrado pelo trabalho
aprimorado da essência de cada alma presente nesta dimensão.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Tabus: que andamos a esconder às crianças?
Somos mais capazes de falar às crianças da nossa vida sexual do que daquilo que ganhamos ao fim do mês”, defende o economista Brad Klonz, no seu artigo ‘5 Coisas que Nunca deve Dizer às Crianças Sobre Dinheiro’.
Vivemos uma era de
democracia, mas ainda há assuntos que preferimos manter em silêncio. Se
pudermos. De facto, quem quer falar da morte a uma criança? Quantas vezes nós
próprios não sabemos as respostas... Temos medo de dizer coisas erradas, de os
angustiar, de os ‘traumatizar’. Temos medo de os entristecer, mas a vida também
é feita de emoções negativas. Facto: mantemos as crianças num mundo de algodão,
onde, se possível, elas não sofram de nenhuma maneira...
Andamos a roubar o lado
negro da vida às crianças? “Andamos”, concorda o psicólogo Eduardo Sá. “Os
psicólogos inventaram a ideia de traumatismo, uma memória que nunca desaparece.
Não havendo infâncias cor-de-rosa, todos nós crescemos tolhidos por pequenos
incidentes. Compreendo que por bondade os pais tentem evitar isso. Mas são
esses pequenos dramas que nos ajudam a crescer. E estamos a correr um perigo
terrível: estamos a criar uma geração de imunodeprimidos.”
Temos uma geração de
crianças demasiado protegidas? “Claro. Nunca houve tantas doenças
imunoalergológicas porque as crianças passaram a lavar as mãos por tudo e por
nada, deixaram de fazer aquela vacinação popular a que os nossos avós chamavam
‘a vitamina P’. E na ânsia de proteção destas experiências, também lhes negamos
as pequenas experiências de sofrimento, e assim lhes limitamos a vida. Proteger
demais não é proteger.”
É preciso viver a vida
Qual é a criança que vai
ver a avó ao lar? A quem contam histórias de fazer chorar as pedrinhas da
calçada? A quem explicam que não há dinheiro, por isso adeus computador novo?
E, no entanto, eles precisam de criar resistências: e nós não estamos a ajudar.
“São as experiências que
nos formam, que nos capacitam para a vida”, explica Eduardo Sá. “Uma
experiência de sofrimento é o melhor certificado de qualidade de uma relação.
Quando temos uma família que, chegada a hora de sofrer, não consegue legendar o
que quer que seja, chegamos à conclusão de que não a temos. E muitas vezes são
as experiências de sofrimento que nos abrem para as experiências de comunhão.
Por isso, eu tenho medo que às vezes as pessoas, de uma maneira simplista,
queiram liofilizar de tal maneira a vida que não a vivam. E arrastamos as
crianças nesse processo.”
Resultado: uma nova
geração que, aterrada de súbito na era da crise, não sabe como enfrentar os
pequenos dramas quotidianos. “Costumo dizer de forma provocatória que devia ser
proibida a entrada na universidade aos alunos que nunca tivessem tido uma
negativa...”, ri Eduardo Sá. “Temos uma ideia errada do crescimento humano.
Errar é aprender, e quando as pessoas não erram não aprendem. Preocupam--me os
alunos que nunca erraram, preocupam-me as crianças que nunca passaram por
pequenos sofrimentos. Claro que é normal protegê-los dos grandes sofrimentos,
como é óbvio, mas protegê-los de sofrer de maneira nenhuma é incapacitá-los para
o indispensável. Se o primeiro sofrimento for aos 16 anos, quando a namorada
lhe disser, ‘não quero ficar mais contigo’, eles caem verticalmente.”
Estamos a criar uma
infância analfabeta nas emoções, onde as crianças não têm essa ginástica dos
afetos, não sabem chorar nem rir... “O exemplo típico disso é a forma como as
pessoas se esqueceram de que brincar é património da humanidade. As crianças
têm um horário escolar absurdo, uma vida empanturrada de compromis++sos, como
se não bastasse os trabalhos de casa, blocos de 90 minutos de aulas separadas
por 10 minutos de recreio em que elas não têm tempo para brincar. Depois as
pessoas deitam as mãos à cabeça e falam em défices de atenção...”
Viver a tempestade
juntos
Luz ao fundo do túnel:
talvez a crise traga a consciência de que, pais e crianças, estamos todos no
mesmo barco. “É urgente recuperar a nossa humanidade”, defende Euardo Sá. “A
crise não é tanto isto que estamos a viver, é esta ideia de que basta dar
informação científica para formar uma pessoa. Mais conhecimento não significa
mais humanidade.” A maioria dos pais relaciona-se com a criança enquanto aluno
e não fala com eles das coisas mais importantes, é isso?
“Sim. A escola é tão
importante para uma criança como o trabalho na vida dos pais: é importante, mas
há coisas incomparavelmente mais importantes. E quando os pais põem a escola à
frente de tudo, estão implicitamente a dizer que eu, como pai ou mãe, não sou
um bem de primeira necessidade.”
Mas não é fácil falar às
crianças da morte e da falta de dinheiro... “O que eu acho engraçadíssimo é que
os pais passam a vida com ar consternado a dizer que as crianças acreditam no
Pai Natal, e quem acredita num mundo de fadas são os pais. As crianças
partilham o dia a dia connosco, vivem a realidade connosco. Os pais educam as
crianças num mundo narcísico, enquanto a vida real é mais simples.”
Ora bem, se a vida é
simples, vamos lá então saber: o que é que nunca se deve dizer às crianças
sobre dinheiro (lembram-se?): o primeiro ‘não diga’, segundo Brad Klonz, é ‘Não
sei como vamos pagar as contas’. Compreensível: uma coisa é saber que não há
muito dinheiro, outra é ver os pais desesperados. A segunda: ‘Não tens nada a
ver com aquilo que eu ganho’. “Não vejo onde está o mal de sermos honestos
sobre aquilo que ganhamos, muito ou pouco”, defende Brad. Pode pedir-lhes para
não o revelarem aos amigos, não por vergonha mas para evitar comparações.
Terceiro mandamento: não peça desculpa se não lhe pode dar qualquer coisa. Não
pode não pode, acabou-se. Mas explique porquê: não há dinheiro, ou pode haver
mas ser mais bem gasto noutro lado... Ensine o que são ‘prioridades’. Quinto
mandamento: evitar o silêncio. Explique de onde vem o dinheiro, como se ganha,
como se pagam as contas. Tenha uma criança financeiramente educada.
Dê respostas concretas
Pior que o dinheiro, só
o tema da morte. Mas mesmo aí, a simplicidade volta a ser a melhor arma: tem
que se explicar a morte em termos que uma criança possa entender, e isso não
significa dizer-lhe que a pessoa ‘está no Céu’, porque para eles isso
significará, literalmente, que estão nas nuvens.
“As crianças pequenas
são literais: por isso explique a morte em termos básicos”, aconselha o site
www.kidshealth.com. Se um avô morreu, pode dizer que o corpo dele deixou de
funcionar e os médicos não conseguiram consertá-lo.” Mas cuidado: é melhor não
dizer “o avô morreu porque estava doente”, ou o neto achará que, de cada vez
que tiver gripe, estará em risco iminente...
Evite eufemismos como
‘foi-se embora’ ou ‘já não está entre nós’. As crianças querem respostas
concretas. “As perguntas delas podem parecer mais profundas do que de facto
são. Quando elas perguntam – Para onde foi o avô? – não querem saber se há vida
para além da morte, querem simplesmente saber onde está o corpo. Se responder –
Está no cemitério – para eles chega”. Não chegará, obviamente, para um
adolescente mais interessado na ‘lógica’ da morte: ‘porquê ele?’ Às vezes, a
única coisa a fazer é estar próximo, e encorajar a conversa e a partilha de
ideias e perguntas: mesmo as que não têm resposta...
A verdade almofadada
E então, para resumir, o
que é que devemos esconder às crianças? “Acho
que devíamos esconder ‘A Casa dos Segredos’...”, afirma Eduardo Sá. “Tudo
o que seja uma exibição sem pudor do sofrimento ou da intimidade é pornografia,
e tudo o que é pornográfico é sentido pelas crianças como violento. Devíamos
protegê-las da falsidade, porque os pais bonzinhos tomam as crianças como seres
muito mais rudimentares do que de facto são. Temos é de separar a verdade da
crueldade, que é uma verdade sem afetos.”
Tudo o resto é admitido?
“Tudo o resto não merece poupança, porque quanto mais tardio é o nosso contacto
com a vida, mais traídos nos sentimos. Os pais não podem trair. E era muito bom
perceberem que, quando a verdade nos chega pela mão deles, é uma verdade muito
mais almofadada.”
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Reflexão, por Ana Maria Miranda
" Boa noite Adelina,
Só hoje tive oportunidade de vir ao meu mail, mas não podia deixar de lhe agradecer, do fundo do coração, o maravilhoso encontro que tive oportunidade de usufruir no sábado passado.
Muitas leituras, muitas palestras, podem ser assistidas sobre algumas das temáticas abordadas nesse dia, mas existem momentos que são tão fortes em termos de ressonância dentro de nós que parece que janelas de entendimento e compreensão , já não meramente cognitiva - com a mente, mas com o sentir - o coração, se abrem dentro de nós e conseguimos assim encher de luz o nosso ser.
Na simplicidade das experiências partilhadas na primeira pessoa, incompreensões e lutas que travamos há bastante tempo parecem ter encontrado solução.
De uma forma intensa e profunda pude sentir que grande parte das minhas lutas interiores, dos meus desasossegos, da minha falta de Paz, se deveu e se deve ao facto de permanentemente querer controlar os resultados da vida, resistindo o mais que posso às mudanças que a vida me apresenta. A incapacidade de me render , ou seja de desistir da fixação em cima dos resultados, agarrando-os, manipulando-os, apertando-os, para que não se afastem daquilo que são as minhas programações e expectativas, faz-me despender toneladas de energia, mantendo-me sempre no sentimento de medo e preocupação.
Não existe nada que possa ser agarrado, guardado numa caixinha do tesouro para todo o sempre e desta compreensão, pode surgir uma genuina liberdade, a verdadeira paz interior.
Rendição, não é uma fraqueza ou perda, mensagem que o mundo nos quer fazer passar, mas sim uma poderosa não resistência, através da abertura e receptividade da consciência a um Universo que sabe o que está a fazer. Entregar a nossa vida nas mãos do Criador, confiar n"Ele independentemente dos resultados, eis a chave para a verdadeira Paz.
Tudo o que vem até nós é para nosso bem e crescimento no sentido de evolução de consciência, mesmo as situações que nos causam dor e sofrimento, especialmente essas, são as nossas maiores mestres. O momento no qual a dor é maior, transforma-se na maior oportunidade, pois só em crise, nós olhamos directamente para o céu e nos questionamos se nossas próprias opções estão ou não causando o problema, o sofrimento. Só quando a nossa escuridão é trazida à luz e perdoada, podemos prosseguir em paz.
O objectivo do crescimento consciencial, é a jornada para longe dos padrões emocionais que nos causam sofrimento em direcção àqueles que nos criam Paz.
Uma referência especial à partilha conjunta de Reiki - momento em que pude sentir, como nunca , uma energia fortissima de paz e união com todos os presentes, uma sensação de ser transportada para lá da dimensão material e perecível do corpo físico para um estado de pura união com toda a criação. Deixou de existir o eu e os outros para todos sermos um com o universo, imbuidos desse Amor, dessa energia que provindo directamente do coração e não da mente tudo penetra e tudo cura.
Momentos como estes, depois de provados e experienciados, deixam " água na boca" e o desejo de mais e mais. Que possa sentir a vontade de nos proporcionar mais esperiências destas, pois para tal foi dotada pelo Universo, são os meus desejos,
Um Beijo - Ana Maria "
Só hoje tive oportunidade de vir ao meu mail, mas não podia deixar de lhe agradecer, do fundo do coração, o maravilhoso encontro que tive oportunidade de usufruir no sábado passado.
Muitas leituras, muitas palestras, podem ser assistidas sobre algumas das temáticas abordadas nesse dia, mas existem momentos que são tão fortes em termos de ressonância dentro de nós que parece que janelas de entendimento e compreensão , já não meramente cognitiva - com a mente, mas com o sentir - o coração, se abrem dentro de nós e conseguimos assim encher de luz o nosso ser.
Na simplicidade das experiências partilhadas na primeira pessoa, incompreensões e lutas que travamos há bastante tempo parecem ter encontrado solução.
De uma forma intensa e profunda pude sentir que grande parte das minhas lutas interiores, dos meus desasossegos, da minha falta de Paz, se deveu e se deve ao facto de permanentemente querer controlar os resultados da vida, resistindo o mais que posso às mudanças que a vida me apresenta. A incapacidade de me render , ou seja de desistir da fixação em cima dos resultados, agarrando-os, manipulando-os, apertando-os, para que não se afastem daquilo que são as minhas programações e expectativas, faz-me despender toneladas de energia, mantendo-me sempre no sentimento de medo e preocupação.
Não existe nada que possa ser agarrado, guardado numa caixinha do tesouro para todo o sempre e desta compreensão, pode surgir uma genuina liberdade, a verdadeira paz interior.
Rendição, não é uma fraqueza ou perda, mensagem que o mundo nos quer fazer passar, mas sim uma poderosa não resistência, através da abertura e receptividade da consciência a um Universo que sabe o que está a fazer. Entregar a nossa vida nas mãos do Criador, confiar n"Ele independentemente dos resultados, eis a chave para a verdadeira Paz.
Tudo o que vem até nós é para nosso bem e crescimento no sentido de evolução de consciência, mesmo as situações que nos causam dor e sofrimento, especialmente essas, são as nossas maiores mestres. O momento no qual a dor é maior, transforma-se na maior oportunidade, pois só em crise, nós olhamos directamente para o céu e nos questionamos se nossas próprias opções estão ou não causando o problema, o sofrimento. Só quando a nossa escuridão é trazida à luz e perdoada, podemos prosseguir em paz.
O objectivo do crescimento consciencial, é a jornada para longe dos padrões emocionais que nos causam sofrimento em direcção àqueles que nos criam Paz.
Uma referência especial à partilha conjunta de Reiki - momento em que pude sentir, como nunca , uma energia fortissima de paz e união com todos os presentes, uma sensação de ser transportada para lá da dimensão material e perecível do corpo físico para um estado de pura união com toda a criação. Deixou de existir o eu e os outros para todos sermos um com o universo, imbuidos desse Amor, dessa energia que provindo directamente do coração e não da mente tudo penetra e tudo cura.
Momentos como estes, depois de provados e experienciados, deixam " água na boca" e o desejo de mais e mais. Que possa sentir a vontade de nos proporcionar mais esperiências destas, pois para tal foi dotada pelo Universo, são os meus desejos,
Um Beijo - Ana Maria "
terça-feira, 6 de novembro de 2012
A Cura dos Apegos por Trigueirinho
A
CURA DOS APEGOS, Trigueirinho, Ed. Irdin
"Sabemos que o apego é um obstáculo que um dia todos teremos de superar.
Ele surge quando não compreendemos o lado interno da vida, quando não
estamos em contacto com a essência de todas as coisas. Por falta desse
contacto, ficamos habituados, acostumados, à forma externa que reveste
toda e qualquer essência, e nos apegamos a ela.
"Em nosso convívio como os demais, é como se considerássemos somente o
corpo, o rosto, a personalidade das pessoas, esquecendo-nos de que em
sua verdadeira essência elas são almas, e de que, como almas, estão
presentes em todos os lugares.
"Muitos de nós gostaríamos de nos tornar mais desapegados.
"Sabemos que o apego é um obstáculo que um dia todos teremos de superar.
Ele surge quando não compreendemos o lado interno da vida, quando não
estamos em contacto com a essência de todas as coisas. Por falta desse
contacto, ficamos habituados, acostumados, à forma externa que reveste
toda e qualquer essência, e nos apegamos a ela.
"Em nosso convívio como os demais, é como se considerássemos somente o
corpo, o rosto, a personalidade das pessoas, esquecendo-nos de que em
sua verdadeira essência elas são almas, e de que, como almas, estão
presentes em todos os lugares.
"Muitos de nós gostaríamos de nos tornar mais desapegados.
Mas
como fazer isso? Como encontrar a essência das coisas, como não nos prender a
aparências?
'A cura dos apegos soluciona os mais diversos problemas. Podemos então
encontrar resposta para muitas perguntas: "Como perceber a essência do
que nos rodeia?" "Como não perder a harmonia e a beleza que conhecemos
em antigas civilizações?" "Como não perder o amor dos que desencarnam?"
"Como não nos sentirmos inactivos se nosso trabalho termina ou é
interrompido, ou se ficamos impossibilitados de trabalhar por algum
motivo?" "Se perdemos bens materiais, como não nos sentimos roubados do
que já passou, do que possuímos em épocas de fartura?" "Como, enfim,
encontrar a essência das coisas?"
A resposta para todas essas perguntas é uma só: ir para dentro do
próprio coração, para dentro do próprio ser. Lá a consciência da alma,
que é universal, desde sempre nos aguarda.
' "Como faço para me desapegar de uma ideia?" Vá para dentro, para o seu
coração. "Como faço para me desapegar de minha actual maneira de ser?" Vá
para o seu coração. "Como faço para me soltar do que me prende?" Vá
para o seu coração, na direcção do seu centro. "Como faço para
transcender meus defeitos?" Vá para a sua essência, para o seu coração.
"Como faço para superar meus complexos?" Vá para o seu coração, para
dentro de si, para o seu ser profundo. "Como faço com essa enfermidade
que os médicos não sabem tratar?" Busque luz em seu coração. "Como faço
com meus filhos, que não sei educar?" Vá para dentro do seu ser, e lá
encontrará o amor para tratá-los. "Como faço para preencher o vazio que
sinto em minha vida?" Vá para o seu coração. "Como faço para resolver a
minha insegurança, os meus medos?" Vá para o seu coração.
'É no coração que se curam os apegos, porque ali está a essência de
tudo. Ali nada nos falta.
Trecho extraído de "A Cura dos Apegos" , Trigueirinho, IRDIN EDITORA.
__._,_.___
Ao calares as expectativas, os planos para o futuro, as recordações do
passado, ao calares a busca de realização material, os movimentos do
ego, as solicitações emocionais, as dúvidas mentais, as análises e
deduções; ao calares o enlevo pelas belezas do mundo, as alegrias que se
foram ou que poderão vir, a procura de contacto com a alma,
a espera da união com a Vida; ao calares tudo, todos os anseios
serenados, poderás então, no mais puro e completo
silêncio, verdadeiramente entregar-te. Se os lírios não conhecessem a
entrega, poderiam vestir-se mais formosos que qualquer rei da Terra? Se os pássaros não vivessem apenas para glorificar o Criador, poderiam conhecer a liberdade e ter os céus como
morada?A entrega e o ingresso no Reino são um único e mesmo caminho, por
ele chegarás ao Destino.
Fonte: Ventos do Espírito, Trigueirinho. Ed. Pensamento 1997.
aparências?
'A cura dos apegos soluciona os mais diversos problemas. Podemos então
encontrar resposta para muitas perguntas: "Como perceber a essência do
que nos rodeia?" "Como não perder a harmonia e a beleza que conhecemos
em antigas civilizações?" "Como não perder o amor dos que desencarnam?"
"Como não nos sentirmos inactivos se nosso trabalho termina ou é
interrompido, ou se ficamos impossibilitados de trabalhar por algum
motivo?" "Se perdemos bens materiais, como não nos sentimos roubados do
que já passou, do que possuímos em épocas de fartura?" "Como, enfim,
encontrar a essência das coisas?"
A resposta para todas essas perguntas é uma só: ir para dentro do
próprio coração, para dentro do próprio ser. Lá a consciência da alma,
que é universal, desde sempre nos aguarda.
' "Como faço para me desapegar de uma ideia?" Vá para dentro, para o seu
coração. "Como faço para me desapegar de minha actual maneira de ser?" Vá
para o seu coração. "Como faço para me soltar do que me prende?" Vá
para o seu coração, na direcção do seu centro. "Como faço para
transcender meus defeitos?" Vá para a sua essência, para o seu coração.
"Como faço para superar meus complexos?" Vá para o seu coração, para
dentro de si, para o seu ser profundo. "Como faço com essa enfermidade
que os médicos não sabem tratar?" Busque luz em seu coração. "Como faço
com meus filhos, que não sei educar?" Vá para dentro do seu ser, e lá
encontrará o amor para tratá-los. "Como faço para preencher o vazio que
sinto em minha vida?" Vá para o seu coração. "Como faço para resolver a
minha insegurança, os meus medos?" Vá para o seu coração.
'É no coração que se curam os apegos, porque ali está a essência de
tudo. Ali nada nos falta.
Trecho extraído de "A Cura dos Apegos" , Trigueirinho, IRDIN EDITORA.
__._,_.___
Ao calares as expectativas, os planos para o futuro, as recordações do
passado, ao calares a busca de realização material, os movimentos do
ego, as solicitações emocionais, as dúvidas mentais, as análises e
deduções; ao calares o enlevo pelas belezas do mundo, as alegrias que se
foram ou que poderão vir, a procura de contacto com a alma,
a espera da união com a Vida; ao calares tudo, todos os anseios
serenados, poderás então, no mais puro e completo
silêncio, verdadeiramente entregar-te. Se os lírios não conhecessem a
entrega, poderiam vestir-se mais formosos que qualquer rei da Terra? Se os pássaros não vivessem apenas para glorificar o Criador, poderiam conhecer a liberdade e ter os céus como
morada?A entrega e o ingresso no Reino são um único e mesmo caminho, por
ele chegarás ao Destino.
Fonte: Ventos do Espírito, Trigueirinho. Ed. Pensamento 1997.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Sugadores de energia
Apesar de longo, recomendamos a leitura deste texto....está escrito em "brasileiro", convém referir que quando a autora escreve "passista" refere-se a todos aqueles que se auto nomeiam terapeutas ou curadores.
Sugadores de Energia
Parece mentira, mas há pessoas que parecem "sugar"
energia da gente! O Ph. D. em Administração de Empresa Luiz Almeida Marins
Filho, relatou em um dos seus livros, que certa vez estava muito bem, alegre e
satisfeito. E encontrou-se num shopping com um amigo e em meia hora de
conversa, o amigo deixou-o um verdadeiro "trapo", deprimido, triste.
Depois ficou pensando no que aconteceu e logo percebeu que aquela conversa horrível do amigo, falando só de doenças, roubos, estupros, filho de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando-lhe a sua energia positiva! Quando acabou a conversa (onde só o amigo falou) ele parecia estar melhor do que nunca e, diz o Dr. Luiz, eu... em profunda depressão.
Cuidado com esses sugadores de energia. Eles estão em todo o lugar: no trabalho, na família, na roda de amigos. Eles só sabem falar de desgraças. Só lêem obituário dos jornais e a secção de crimes horrendos, gravam em vídeo o noticiário policial. Fazem estatísticas e sabem de cor quantos sequestros ainda não foram desvendados, quantas crianças continuam desaparecidas, quantos sem-tecto, sem-terra, sem-emprego, sem-tudo existem no mundo! Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique elas logo dizem: "- Vai chover!". São pessoas que azedam baldes de sal-de-fruta. Eles são sempre "do contra". Avisam que "não vai dar certo" e torcem para que nada aconteça. Depois dizem: "- Eu sabia que não ia dar certo...".
Esses "sugadores de energia" vivem da energia alheia e é muito difícil conviver com alguém "puxando você prá baixo" o tempo todo. Não seja você também um "sugador de energia".
Que felicidade que seria a nossa, se aprendêssemos a expulsar da nossa memória as coisas desagradáveis, ideias tristes e deprimentes. Com certeza, nossa força iria multiplicar se pudéssemos conservar só os pensamentos que elevam e animam. Há pessoas que não podem se lembrar das coisas agradáveis. Quando nos encontram, tem sempre algo de triste a contar. Com qualquer mal que sofreram, se angustiam muito. Como se não bastasse, se preocupam até com que vão sofrer... Sabem lembrar-se só de factos discordantes. Dão a ideia de um armazém de quinquilharias, objectos inúteis e deteriorados. Retém tudo mentalmente, com medo de precisarem uma vez ou outra, disto ou daquilo, de maneira que o seu armazém mental está entulhado de detritos...
Bastaria que estas pessoas fizessem uma limpeza regular, que as livrassem dos montões inúteis e depois, organizassem o que sobrou, para terem êxitos. No entanto, não são incomuns, pessoas que se "enterraram" na infelicidade e na desarmonia. Outras fazem exactamente o contrário. Falam sempre de coisas agradáveis e interessantes experiências que têm feito. São indivíduos que passaram até perdas, aflições, mas falam delas tão poucas vezes, que parece nunca terem tido na vida, senão boa sorte e amigos. Estas pessoas fazem-se amar.
O hábito de mostrar aos outros o nosso aspecto positivo, é o resultado do nosso equilíbrio interior.
Quando estamos tristes por algum sofrimento, devemos procurar a sua causa para eliminá-lo.
Geralmente, porém, quando sofremos, buscamos a causa fora de nós.
Vemos pessoas se queixando que tem má sorte, suspeitando que seu vizinho seja a causa, porque não se dá com ele, ao passo que ele é bem favorecido com a sorte nos negócios, na vida familiar, sendo estimado inclusive, pelos conhecidos. Se examinarmos as circunstâncias da vida destas pessoas, verificaremos que a queixosa é negligente, gastadora, intolerante nas opiniões e indisciplinada, ao passo que a outra pessoa é cumpridora dos seus deveres, económica, modesta, não calunia, nem adula. Emprega bem o seu tempo disponível lendo bons livros, fazendo cursos, esportes, ajudando seu próximo, sendo útil. Por isso, é estimada. Ao passo que a queixosa, está sempre perdendo (tempo, trabalho, fregueses, dinheiro, a família e os amigos), e sempre não tem tempo. Vamos eliminar dos nossos corações, a desconfiança, o ódio, a inveja e a descrença e vamos cultivar a alegria, a fé e a crença no amor e na Justiça Divina, e será certo que venceremos na luta que a vida nos destina.
NECESSIDADE DE UMA CARGA ENERGÉTICA VITAL
Todos nós possuímos necessidade de uma carga energética vital para nutrir nossos corpos físico e espiritual. À medida que gastamos a carga energética vital ela deve ser reposta, os mecanismos naturais de recomposição (respiração, alimentação, absorção fluido Fluidos Cósmico Universal cósmico universal e fluidos vitais através dos chacras, que será etc.).
A reposição dessa carga energética vital na quantidade mínima que necessitamos para manter a vida depende de vários factores, tais como: o modo de vida, o meio, a qualidade dos pensamentos, sentimentos, das sensações, entre outros.
NUTRIÇÃO ENERGÉTICA
Uma parte da energia que precisamos obtemos através da alimentação, ou seja,
através de comida sólida e líquida, o arroz-feijão de cada dia. Outra parte das
energias vitais absorvemos através da respiração. Porém, a maior parte de
energia Vital que necessitamos é extraído do Fluido Cósmico Universal que é
absorvido directamente pelo períspirito através dos centros de forças.
Nossa nutrição energética acontece, em geral, de modo
inconsciente, automático, orientado e regulado pela própria inteligência
instintiva dos nossos corpos físico e espiritual.COMO O FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL É TRANSFORMADO EM FLUIDO VITAL?
O Fluído Cósmico Universal é absorvido por todos os centros de forças.
Não existe um limite para a quantidade máxima de carga energética vital. Quanto mais, melhor teremos vida mais activa. Muitas vezes esses meios naturais não são suficientes para repor a quantidade de carga energética vital que estamos gastando, e passamos a ter carência energética.
A RELAÇÃO ENTRE SENTIMENTOS E A PRODUÇÃO DE FLUIDO VITAL
Como vimos à maior parte de energia Vital que necessitamos é extraído do Fluido Cósmico Universal que é absorvido directamente pelo períspirito através dos centros de forças.
O Fluído Cósmico Universal é absorvido por todos os centros de forças, porém os chacras intermediários do períspirito são os responsáveis de transformá-lo em Fluído Vital Espiritual para metabolização no períspirito e depois é canalizado para o duplo-etérico para densificá-lo, transformando-o em Fluído Vital Físico e direccionando-o para o organismo, com maior ou menor intensidade, de acordo com os sentimentos da criatura.
Quando obstruímos os chacras, principalmente o chacra esplénico, bloqueamos a maior parte de entrada de energia vital.
PARA EVITAR CARÊNCIA DA CARGA ENERGÉTICA
Para não termos carência da carga energética vital devemos:
1º. Alimentar-se de forma adequada (Vitaminas e Minerais);
2º. Combater e eliminar os vícios;
3º. Melhorar os pensamentos e os sentimentos.
Pessoas físicas e psicologicamente sadias e equilibradas
nutrem-se, directamente, nas fontes naturais de energia. Mas, as pessoas
desequilibradas, que, por terem perdido o contacto com a sua própria natureza
interna mais profunda, perderam, também, a capacidade de absorver e processar o
alimento energético natural precisam, para sobreviver, por em prática um
expediente horrível: sugar a energia vital de outras pessoas. Estas pessoas são
chamadas de sugadores de energias.·
As características de um sugador são muitas. Mas, a principal e da qual todas
as demais derivam, é o egocentrismo. Quanto mais a pessoa estiver voltada para
si mesma, concentrada em si mesma, mais ela terá dificuldade para estabelecer contacto
com fontes naturais de nutrição energética e maior será sua tendência para
sugar energia vital dos outros.
No caso dos sugadores de energia ocorrerá que ele praticamente não terá energia para transmitir. As pessoas se tornam Sugadoras de Energia porque absorvem a energia do outro e por estarem debilitadas, metabolizam e consomem toda a energia absorvida e não sobra nada para retornarem a outra pessoa. E toda energia que o Sugador absorver será metabolizada e consumida pelos seus organismos físico e espiritual, ou seja, irá absorver muito mais do que emitir, causando assim um deficit energético na outra pessoa.
MECANISMO DE DEFESA
Todos nós, por outro lado, somos, naturalmente, dotados de mecanismos de defesa contra a perda de energia vital. Mas, quando perdemos a posse e o controle de nosso centro de gravidade, quando, por stress, cansaço, tristeza, depressão, mania, frustração, neurose, o projectamos para fora de nós mesmos, alteramos e debilitamos a estrutura do corpo subtil, tornando-o permeável a invasores.
Assim nos tornamos presas fáceis dos sugadores de energias, porque aceitamos suas provocações com facilidade, e isto nos vincula a eles. Por delibitação energética está se colocando em condição de presa fácil dos espíritos obsessores, que normalmente insuflam ideias de depressão, angústia, autoflagelamento, suicídios, etc.
OS TIPOS DE SUGADORES DE ENERGIAS
O ESPECULADOR
Existem pessoas que usam a maneira de adquirir energia, fazendo perguntas para sondar o mundo da outra pessoa, com o propósito específico de descobrir alguma coisa errada. Assim que fazem isso, criticam esse aspecto da vida da outra pessoa, se essa estratégia der certo, aí a pessoa criticada é atraída para a vampirização. Se a pessoa criticada se ligar àquele nível de energia, passar a dar atenção às críticas, cria-se um vínculo energético, uma simbiose, assim o especulador atinge o seu objectivo porque o criticado passa a transmitir energia para ele.
O COITADINHO
Quando alguém lhe conta todas as coisas horríveis que já aconteceram com ele, insinuando que todos são responsáveis pela situação que se encontra, menos ele é claro, e que se ninguém ajudá-lo essas coisas horríveis vão continuar, essa pessoa está buscando fazer você se ligar a ele pelo sentimento de pena e de forma passiva começa a sugar energias, este tipo de vampirização chamamos de coitadinho. Pense nisso num instante. Nunca se viu com alguém que o faz se sentir culpado quando está em presença dele, mesmo sabendo que não existe nenhum motivo para se sentir assim?
Quando isto acontece, é que você entra no mundo dramático de um coitadinho.
Tudo que eles dizem e fazem nos deixam numa posição em que parece que não estamos fazendo o bastante para ajudá-la. Por isso é que nos sentimos culpados só por estar perto dela.
Existem pessoas que chegam ao extremo que for necessário para conseguir sugar a energia da família. E depois disso, essa estratégia passa a ser a maneira dominante para extrair energia de todos, repetindo-a constantemente.
O INTIMIDADOR
Tem também o intimidador, que ameaça as pessoas tentando envolvê-las através da agressividade. Se a pessoa agredida se ligar àquele nível de energia, passar a dar atenção, cria-se um vínculo energético, uma simbiose, assim o agressor atinge o seu objectivo porque o agredido passa a transmitir energia para ele através de mágoas, rancor, ódio, etc. Portanto, quando passamos a combater a agressão com a agressão passamos a ser vampirizados assim como também sugar energia dos outros.
AS PESSOAS DE MAU COMPORTAMENTO SUGAM ENERGIA
Uma forma de entendemos a existência de pessoas violentas, agressivas, destrutivas (que criticam tudo), que reclamam de tudo, que se queixam de tudo, é porque estas atitudes são formas de sugar a energias das outras pessoas. Por não conseguirem se ligar com a energia cósmica, porque não se moralizam, não largam seus vícios, não mudam seus comportamentos egoísticos, encontram nestas formas de ser, o meio de sugar a energia das outras pessoas.
EXEMPLO DE COMO AGEM OS SUGADORES DE ENERGIA
Quando duas pessoas se postam frente a frente para uma conversação, e começa ocorrer disputa de opiniões, críticas, intimidações, etc. Imediatamente os campos de energia dos dois irão tornar-se de algum modo mais densos e excitados, como por uma vibração interna. À medida que prosseguir a conversa, os campos começarão a misturar-se. No final, quem conseguir argumentar melhor, sairá mais fortalecido, porque estará com parte da energia do outro, e em consequência, o outro sairá com menos energia, portanto, enfraquecido, se sentindo esgotado, Tudo isso ainda é inconsciente na maioria das pessoas. Tudo que sabemos é que nos sentimos fracos quando perdemos uma discussão, e quando vencemos nos sentimos melhor.
Em resumo, vimos que dominar outro faz o dominador se sentir poderoso e esperto, porque suga a energia vital dos que são dominados.
FLUXO E REFLUXO DAS ENERGIAS SUGADAS
Quando um deles estabelecer um ponto que demonstre certa vantagem sobre o adversário, seu campo criará um movimento que parecerá sugar o campo de energia do outro. Mas aí, quando a outra pessoa fizer sua refutação, a energia refluirá novamente para ela. Em termos da dinâmica dos campos de energia, marcar o ponto parece significar apoderar-se de parte do campo de energia do adversário e puxá-la para dentro de si.
A MAIOR VIOLÊNCIA COMETIDA PELOS SUGADORES DE ENERGIA
A pior violência que os sugadores de energia fazem é escolher como suas vítimas as pessoas que se encontram enfraquecidas, porque estão entregues a doenças físicas, ou perturbadas psiquicamente, e ou ainda, sendo vampirizadas por espíritos que a induziram a processos obsessivos.
O QUE ACONTECE QUANDO MÉDIUM QUE TEM CARÊNCIA DE ENERGIA VITAL
Toda pessoa que tem sentimentos negativos produz pouco fluido vital e dificulta o fluxo. Toda a pessoa que tem sentimentos negativos tem carência energética vital, portanto, ao dar passe o passista irá vampirizar o paciente sugando a carga energética vital.
Fumar gasta muita energia vital. Se embriagar gasta muita
energia vital. Toda a pessoa que fuma ou bebe tem carência energética vital,
portanto, ao dar passe o médium irá vampirizar o paciente sugando a carga energética
vital. O médium que tem vícios ao dar passagem psicofônica sugará a energia
vital do espírito comunicante. Idem para qualquer outro tipo de mediunidade.
Mágoas, más paixões, egoísmo, orgulho, vaidade, cupidez, vida desonesta, etc., também causam deficiência energética
vital. O passista não precisa ser um santo, mas necessita esforçar-se na
melhoria íntima e no aprendizado intelectual. Todos podemos ministrar passes,
porém é necessário um mínimo de preparo moral a fim de que realmente possamos
ajudar.
DOAR ENERGIA COM AMOR NÃO NOS FARÁ FALTA
Não nos esqueçamos, vivemos ligados a uma Fonte Inesgotável de Energias vitais. Se estivermos com a nossa carga de energia vital completa, não sentiremos falta quando outras pessoas absorverem energias de nós. Pelo contrário nos sentiremos felizes de poder doar a nossa energia vital com amor. Doar energia vital com amor não nos fará falta. Porém, para doar energia vital com amor temos que cuidar dos nossos pensamentos e sentimentos.
Quando começamos a apreciar a beleza, admirar detalhes e prestar atenção nas coisas, nas pessoas, passaremos a contemplar o princípio da emoção de amor.
O papel do amor está mal compreendido. Devemos sentir amor por tudo. O amor não é uma coisa que devemos fazer para ser bons ou tornar o mundo um lugar melhor, por alguma abstracta responsabilidade moral, ou porque devemos desistir de nosso hedonismo.
Quando chegarmos a um nível em que sentirmos as energias de amor vindo das outras pessoas, poderemos mandar a energia de volta, agora agregada com o nosso amor, é só desejar.
E ninguém se sentirá mais fraco por isso, porque estaremos recebendo mais energia de uma fonte inesgotável, que é o cosmos. Se ligar na energia cósmica provoca emoção, depois euforia e depois amor. Encontrar bastante energia para conservar esse estado de amor sem dúvida faz bem ao mundo, porém mais directamente a nós.
Lembre-se de parar quantas vezes for preciso para se religar com a energia cósmica. Permaneça cheio, permaneça em estado de amor. A maior caridade que podemos fazer para o próximo é DOAR AMOR.
http://www.etcaritas.com.br/
Solange Christtine Ventura
http://www.curaeascensao.com.br/
Outra visão sobre a crise
Albert
Einstein
A Crise Segundo Einstein…
Não podemos querer que as coisas mudem se sempre
fazemos o mesmo.
A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos.
A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ter sido superado.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise é a crise da incompetência.
A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos.
A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ter sido superado.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a
dificuldade para encontrar as saídas e as soluções.
Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia.
Sem crises não há méritos.
Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia.
Sem crises não há méritos.
É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem
crise todo vento é uma carícia.
Falar da crise é promovê-la e calar-se na crise é exaltar o conformismo.
Falar da crise é promovê-la e calar-se na crise é exaltar o conformismo.
Em vez disto, trabalhemos duro…
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
O dia mais belo?
“O dia mais
belo? Hoje
A coisa mais
fácil? Equivocar-se
O obstáculo
maior? O medo
O erro
maior? Abandonar-se
A raiz de
todos os males? O egoísmo
A distracção
mais bela? O trabalho
A pior
derrota? O desalento
Os melhores
professores? As crianças
A primeira necessidade?
Comunicar-se
O que mais
faz feliz? Ser útil aos demais
O mistério
maior? A morte
O pior
defeito? O mau humor
A coisa mais
perigosa? A mentira
O sentimento
pior? O rancor
O presente
mais belo? O perdão
O mais
imprescindível? O lar
A estrada
mais rápida? O caminho correcto
A sensação
mais grata? A paz interior
O resguardo
mais eficaz? O sorriso
O melhor
remédio? O optimismo
A maior
satisfação? O dever cumprido
A força mais
potente do mundo? A fé
As pessoas
mais necessárias? Os pais
A coisa mais
bela de todas? O amor”.
Madre Teresa de Calcutá
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