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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

RAZÃO Vs COMPREENSÃO


 

 

 

 


 

 

O relacionamento com aqueles com quem convivemos e nos encontramos é sempre um desafio de alto significado.

O universo que cada um traz consigo, seu mundo particular, suas conquistas e dificuldades são expostas, gerando, não poucas vezes, conflitos nas relações humanas.

Naturalmente que, quanto mais próximas e frequentes forem essas relações, mais elas exigem de nós.

Assim é que na vida em família, onde o verniz social e as aparências superficiais não se sustentam, os conflitos se mostram às vezes intensos.

Porém, não por acaso, a Providência Divina escolhe, define e, algumas vezes mesmo nos consulta, para estabelecer com quem e entre quem estaremos iniciando uma nova jornada.

Será no meio familiar que enfrentaremos os maiores desafios de relacionamento, e será ali, inúmeras vezes, que teremos as mais significativas lições para a vida.

Além do próprio lar, encontraremos outras oportunidades de aprendizado. Será o vizinho um tanto excêntrico, o chefe pouco tolerante, o colega de trabalho mal-humorado.

Porém, não podemos nos esquecer que será a vida de relação que nos possibilitará o exercício da compreensão, da tolerância, do amor o próximo.

Ao entendermos cada ser humano como uma alma em evolução, que renasceu, como nós, mais uma vez, com bons desafios para enfrentar, veremos que somos todos mais parecidos do que podemos imaginar.

É claro que cada um traz suas peculiaridades, suas manias, suas falhas. Mas, em essência, somos todos almas buscando a perfeição.

Assim, quando alguma dificuldade acontece, no relacionamento com alguém, talvez seja melhor não buscar o enfrentamento.

Muitas vezes enfrentamos ao outro, discutimos, brigamos, gerando tensão e nervosismo, para deixar claro que estamos com a razão, que merecemos um pedido de desculpas.

E para isso, pagamos o preço de perdas de amizade, dificuldades no emprego, tensões familiares complexas.

Talvez, em nossas dificuldades de relacionamento, devêssemos nos perguntar quem está com a caridade, quem está com a compreensão, quem está com a humildade, e não quem está com a razão.

Afinal, a vida em sociedade, inevitável para nosso progresso, é a oportunidade de desenvolver valores morais de que ainda não

dispomos.

Assim, o intolerante será nosso professor de paciência, o arrogante nos ensinará a humildade e o extravagante nos oportunizará o desenvolvimento da compreensão.

Todos aqueles que cruzam nossos caminhos nos trazem lições, de uma ou de outra maneira. Alguns pelo exemplo que oferecem, outros por aquilo que nos exigem para a convivência.

Nesse sentido, Jesus, o pedagogo por excelência, nos convida a, se alguém nos chamar para caminharmos mil passos, oferecermo-nos para andar dois mil. E, se alguém nos pedir a capa, oferecermos a túnica também.

Nessas aparentes perdas que imaginamos ter, aos olhos do mundo, estaremos ganhando, nas questões da alma, os verdadeiros e mais importantes valores que podemos amealhar para nós mesmos.

 

Redação do Momento Espírita.


Em 24.10.2012.

 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Seguir a Alma


Seguir a Alma

 

Votos de uma semana plena de momentos felizes, de encontros e reencontros com a Luz que todos somos!

Sigam a Alma, pois o chamado é audível e perceptível.

Condições energéticas anómalas convidam à reflexão e à introspecção.

Outras condições, as de cegueira de alguns Seres, que por esse mundo fora são marionetas de forças involutivas, impulsionam-nos a dar as mãos, a unir forças, para co-criar a Paz.

Os "Tempos de Mudança" são, neste preciso momento de grandes provas individuais e colectivas. Todos sentem a separação do trigo do joio, todos sentem como o despertar é cada vez mais abrangente e actuante.

Mas estejamos alerta!

- Porque  o trigo e o joio são os nossos plantios internos, por ressonância vibratória, somos co-participantes e co-responsáveis por tudo o que se passa no planeta, tudo…

- Alerta, para aceitar e entender o  “efeito espelho” que os outros Seres provocam em nós. É tão fácil amar “os bons”…mas o teste está em amar “os outros”… aqueles que se voluntariam para serem a nossa prova de aferição… lembremo-nos que na dimensão do além-vida são esse os Seres que mais nos amam, e como tal se predispuseram a esse papel.

- Alerta,  para compreender que o despertar de cada um vem na hora e momentos certos e que esse facto não é sinónimo de qualquer "estatuto", ou falta dele.

- Alerta, para a epidemia do “comércio da espiritualidade” não existem Seres espirituais e outros Seres não espirituais!

Todos somos Seres Espirituais (Consciências em Evolução) em diferentes patamares evolutivos.

Todo Ser é um micro cosmo ( Tanto Em Cima Como Em Baixo) toda a sabedoria cósmica está em cada uma das nossas células, vamos permitir a emersão dessa LUZ.

O Caminho é árduo mas é nosso!

 - A bondade é intrínseca do Ser, abram alas para ela

– O medo é o oposto do Amor, transmutem-no

– A competitividade é o reflexo do medo, apaguem-na

– O Ego é necessário á “persona” o Divino em cada um de nós, dissolve o Ego –

Queridos companheiros de caminho, vamos retirar os escolhos que impedem a Luz!

Vamos digerir e assimilar todo o conhecimento e teorias aprendidas promovendo mudanças significativas em cada momento e gesto da nossa vida, em especial na interacção com os outros.

E partilhemos, graciosa e amorosamente, o que o coração nos indica, e que esta partilha seja feita de paz, de harmonia, e compaixão que é igual a:

 

Compreender – Aceitar – Amar

 

Vamos instalar a Paz no nosso coração, pois só assim levaremos a Paz ao mundo.

Reconhecer que cada grande desarmonia, em qualquer área, é um reflexo das pequenas desarmonias que geramos em nós próprios, permitirmo-nos a integração plena  na Unicidade…aqui e agora….porque, está na hora…..

 

 
A.

 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Reiki e os Portais


 

 

 “Eles (referindo-se aos Terapeutas daquela época) cuidam do ser.

Filon descreve-os como sendo filósofos cuja profissão é superior a dos médicos pois a medicina comum nas cidades daquela época "só cuida do corpo” enquanto a outra cuida também do psiquismo (psukas), que, preso por doenças penosas e difíceis de curar, como são o apego ao prazer, a desorientação, o desejo, a tristeza, as fobias, as invejas, a ignorância, o desajustamento ao que se é, e a multidão infinita das outras patologias (pathon) e sofrimentos"

 

Filon de Alexandria (filosofo judeu (contemporâneo de Jesus)

 

 

 

O Reiki e os Portais

 

 

Este título é em si mesmo sugestivo… porque afinal todos conhecem o Reiki como terapia, mas, (existe uma frase que não nos cansamos de repetir) o Reiki é: Uma terapia diferente….

Vamos então à descoberta dessa diferença…Comecemos por esclarecer o que é “terapia e “terapeuta” :

- Terapia: é um processo de cura

- Terapeuta: é o agente de cura

Para formar terapeutas existem escolas, institutos que com toda legitimidade e que dentro do seu campo de conhecimentos formam excelentes terapeutas.

Mas, o Reiki é diferente….

Prosseguindo à descoberta da tal diferença, e quando analisamos em profundidade as circunstâncias vivenciais da sociedade actual, exacerbadamente materialista, verificamos que os terapeutas (mesmo os chamados alternativos), estão já totalmente inseridos no que eu chamo a Matrix. Ou seja um sistema onde se faz a apologia da doença, e não o da cura. Este é o estado actual da nossa sociedade!

São tantos a quererem curar outros tantos, que na conivência e estimulados por lobbies poderosíssimos como são as mega indústrias farmacêuticas, tudo roda para alimentar a ideia generalizada de que somos doentes

Esta ideia está tão enraizada, que muitas pessoas que têm em si mesmas as ferramentas da cura, no entanto, continuam a preferir o auto-envenenamento sistemático pelos fármacos ou a recorrência a tratamentos milagrosos, ou máquinas sofisticadas, que apenas disfarçam os sintomas, ou têm o efeito placebo, sem nunca eliminarem a causa.

Outro aspecto, são os grupos que se dedicam a ajudar outros, e que ainda que não sejam movidos pelo interesse monetário, existe em muitos casos, um interesse subjacente e não identificado que tem a ver com a necessidade de se auto compensarem pela ascendência que possam vir a ter sobre outros seres. São várias as razões para estas posturas mas as mais comuns são: descompensação emocional, fuga às suas condições e facetas de vida, e ainda o ego…..

Existem umas partilhas da autoria de Trigueirinho referentes ao tema “Os curadores em oposição aos curandeiros” cuja leitura recomendamos. O sistema do curandeirismo, tal como o dos fármacos, atenua e disfarça por horas, dias ou até meses a sintomatologia, mas não cura a causa das desarmonias.

Explicar esse fenómeno, o do curandeirismo é simples mas demorado, tem a ver com manipulações energéticas, e não é tema de hoje, mas recomendo que leiam ou releiam esses textos.

Amigos… ninguém cura ninguém – Somos nós que nos curamos a nós próprios, e o ideal é, evitar, prevenir a doença…

Para tal, somos livres de exercer o direito de opção pela saúde ou pela doença. Para fazermos isso, temos antes de mais de nos conhecermos, e quando gradualmente vamos conhecendo este Ser que somos, em todas a suas vertentes, quando nos permitimos reconhecer as nossas facetas emocionais desalinhadas, quando nos permitimos abrir a mente para novas formas de estar e ser, quando permitimos ao nosso coração que se expresse pela sua verdade, a sua única verdade, que é o  Perdão e o Amor  Incondicional, nada, mas nada nos pode atacar em qualquer dos nossos campos dimensionais ou corpos.

Quando afirmamos que o Reiki é diferente, é pelo simples facto de que este tem duas vertentes, numa primeira e básica abordagem, o Reiki é realmente uma terapia, que actua no imediato, em qualquer área dos corpos e nivela, vitaliza, harmoniza, e abre os portais à cura. Mas quem tem que passar os portais é a própria pessoa, sejamos nós ou outro, que veio à procura de ajuda.

Mas, ninguém consegue passar os portais com as vestes que sempre usou, é preciso remodelar o fato, ……porque nós somos seres perfeitos, que ao longo das nossas múltiplas vidas fomos armazenando múltiplas estirpes de bactérias astrais ….

A outra faceta do Reiki é a vertente espiritual, porque a Energia é Sagrada, é a expressão do Espírito ao serviço, pela entrega total.

Reiki é o Espírito Santo…chega a todos? Ainda não! Mas, paira sobre todos, está ao alcance de todos no seu máximo limite de descida! Depois, toca-nos a nós elevar-nos, um pouquinho que seja, para que o encontro se dê.

Existem também os casos das curas chamadas milagrosas em que num simples passe magnético, num toque, num tratamento, alguém se cura de uma longa e difícil doença.

Nestes casos, que estão documentados ao longo da História e da qual Jesus é figura central, existem dois factores fundamentais, dois ingredientes que na sua fusão alquímica promovem o milagre:

- um desses elementos é o amor (mas um amor de qualidade e quantidade tão plena, que quando estamos em desarmonia não conseguimos sequer percebê-lo), este era o amor que Jesus emitia

- o segundo elemento, mas não menos importante, a contra- parte do milagre, é a Fé da pessoa que pede ajuda, o acreditar, o querer! ELE dizia-o sempre, quando um destes milagres ocorria “ A tua Fé te salvou”.

Aqui, e nos tempos actuais, o conceito Fé tem que ser acrescido pelo conhecimento, saber aquilo que somos, e optar, por aquilo que queremos ser e isto faz-se pelo desbravar o conhecimento.

Depois é só meter pés a caminho, o do meio, o TAO.

Ao trilhar o caminho, as pessoas adquirem uma expansão de consciência, reparem, não é uma nova consciência, porque ela é só uma, é a expansão da mesma.

Como um balão que estivesse amarfanhado pelas nossas pequenas mentes egoicas, pelas nossas emoções doentias, que de repente se solta dessas correntes, enche-se de ar puro e começa a subir e quanto mais sobe, obtêm-se, naturalmente, outras perspectivas, que por sua vez facilitam continuar a subida.

Nas civilizações antigas, remanescentes da Atlântida, entre elas a Egípcia, existiu e ainda existe, um grande saber oculto, que gradualmente vai sendo desvendado à humanidade, exactamente na proporção que cada ser tem capacidade para assimilar.

Este chega a cada um individualmente, e a capacitação de o perceber advém da altura a que está o nosso balão.

Nessa civilização fundaram-se as famosas Escolas de Mistérios, de onde saíram posteriormente grandes Mestres.

As pessoas que pelo seu trabalho e mérito conseguiam ser aceites nessas escolas eram chamados de Iniciados, que significa: procurar a conexão do homem com o Universo, a junção ou fusão da dualidade, o conhecimento do que vai além do físico, por outras palavras, ir ao encontro da metafísica, a superação da missão motivadora da nossa encarnação.

Caros colegas, amigos, vamos recuperar a compreensão e o respeito pela tradição, não a limitadora, mas a sábia, que nos ensina que o processo é por vezes longo, mas fascinante. Não se “formam” pessoas em Reiki, menos ainda por atacado….

Reiki, é um estado de consciência a atingir gradualmente, conforme vamos fazendo, e de que forma fazemos, o TAO (Caminho)….

Porque não é a ferramenta que faz o trabalhador, é a prestação e o equilíbrio do trabalhador que atrai a si, mais e melhores ferramentas…

E aí, emerge a Maestria, porque esta é algo que deve nascer de dentro para fora, e que se expande até tocar as fímbrias de outros seres.

Somos uma Família, em que cada um de nós é em si mesmo uma semente, que a seu devido tempo vai desabrochar, ser Água Viva para tudo o que o rodeia, ser a boa semente de outros campos, para o qual devemos ainda fortalecer-nos, que o caminho é longo.

 

TERAPIA vem de THERAPEUEN, palavra de origem grega e que significa INICIAÇÃO

 

Quando há uns anos aceitei a incumbência de guiar pessoas pela via do Reiki, fiz a intenção, e acredito que esta se tem concretizado, que mais que formar terapeutas, muitos daqueles a quem tive a honra de abrir o portal do Caminho do Coração, são hoje, INICIADOS, a quem reverencio com todo o meu amor, respeito e gratidão.

 

Namastê

 

 

Maria Adelina de Jesus Lopes

 

 
Portal, é um código individual, decifrado pelo trabalho aprimorado da essência de cada alma presente nesta dimensão.
 


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Tabus: que andamos a esconder às crianças?


 
Há assuntos que continuam vedados às crianças: a velhice, a morte, o dinheiro (ou a falta dele...). Afinal, devemos ou não falar de tudo com os mais pequenos?

Somos mais capazes de falar às crianças da nossa vida sexual do que daquilo que ganhamos ao fim do mês”, defende o economista Brad Klonz, no seu artigo ‘5 Coisas que Nunca deve Dizer às Crianças Sobre Dinheiro’.


Vivemos uma era de democracia, mas ainda há assuntos que preferimos manter em silêncio. Se pudermos. De facto, quem quer falar da morte a uma criança? Quantas vezes nós próprios não sabemos as respostas... Temos medo de dizer coisas erradas, de os angustiar, de os ‘traumatizar’. Temos medo de os entristecer, mas a vida também é feita de emoções negativas. Facto: mantemos as crianças num mundo de algodão, onde, se possível, elas não sofram de nenhuma maneira...

Andamos a roubar o lado negro da vida às crianças? “Andamos”, concorda o psicólogo Eduardo Sá. “Os psicólogos inventaram a ideia de traumatismo, uma memória que nunca desaparece. Não havendo infâncias cor-de-rosa, todos nós crescemos tolhidos por pequenos incidentes. Compreendo que por bondade os pais tentem evitar isso. Mas são esses pequenos dramas que nos ajudam a crescer. E estamos a correr um perigo terrível: estamos a criar uma geração de imunodeprimidos.”

Temos uma geração de crianças demasiado protegidas? “Claro. Nunca houve tantas doenças imunoalergológicas porque as crianças passaram a lavar as mãos por tudo e por nada, deixaram de fazer aquela vacinação popular a que os nossos avós chamavam ‘a vitamina P’. E na ânsia de proteção destas experiências, também lhes negamos as pequenas experiências de sofrimento, e assim lhes limitamos a vida. Proteger demais não é proteger.”

É preciso viver a vida

Qual é a criança que vai ver a avó ao lar? A quem contam histórias de fazer chorar as pedrinhas da calçada? A quem explicam que não há dinheiro, por isso adeus computador novo? E, no entanto, eles precisam de criar resistências: e nós não estamos a ajudar.

“São as experiências que nos formam, que nos capacitam para a vida”, explica Eduardo Sá. “Uma experiência de sofrimento é o melhor certificado de qualidade de uma relação. Quando temos uma família que, chegada a hora de sofrer, não consegue legendar o que quer que seja, chegamos à conclusão de que não a temos. E muitas vezes são as experiências de sofrimento que nos abrem para as experiências de comunhão. Por isso, eu tenho medo que às vezes as pessoas, de uma maneira simplista, queiram liofilizar de tal maneira a vida que não a vivam. E arrastamos as crianças nesse processo.”

Resultado: uma nova geração que, aterrada de súbito na era da crise, não sabe como enfrentar os pequenos dramas quotidianos. “Costumo dizer de forma provocatória que devia ser proibida a entrada na universidade aos alunos que nunca tivessem tido uma negativa...”, ri Eduardo Sá. “Temos uma ideia errada do crescimento humano. Errar é aprender, e quando as pessoas não erram não aprendem. Preocupam--me os alunos que nunca erraram, preocupam-me as crianças que nunca passaram por pequenos sofrimentos. Claro que é normal protegê-los dos grandes sofrimentos, como é óbvio, mas protegê-los de sofrer de maneira nenhuma é incapacitá-los para o indispensável. Se o primeiro sofrimento for aos 16 anos, quando a namorada lhe disser, ‘não quero ficar mais contigo’, eles caem verticalmente.”

Estamos a criar uma infância analfabeta nas emoções, onde as crianças não têm essa ginástica dos afetos, não sabem chorar nem rir... “O exemplo típico disso é a forma como as pessoas se esqueceram de que brincar é património da humanidade. As crianças têm um horário escolar absurdo, uma vida empanturrada de compromis++sos, como se não bastasse os trabalhos de casa, blocos de 90 minutos de aulas separadas por 10 minutos de recreio em que elas não têm tempo para brincar. Depois as pessoas deitam as mãos à cabeça e falam em défices de atenção...”

Viver a tempestade juntos

Luz ao fundo do túnel: talvez a crise traga a consciência de que, pais e crianças, estamos todos no mesmo barco. “É urgente recuperar a nossa humanidade”, defende Euardo Sá. “A crise não é tanto isto que estamos a viver, é esta ideia de que basta dar informação científica para formar uma pessoa. Mais conhecimento não significa mais humanidade.” A maioria dos pais relaciona-se com a criança enquanto aluno e não fala com eles das coisas mais importantes, é isso?

“Sim. A escola é tão importante para uma criança como o trabalho na vida dos pais: é importante, mas há coisas incomparavelmente mais importantes. E quando os pais põem a escola à frente de tudo, estão implicitamente a dizer que eu, como pai ou mãe, não sou um bem de primeira necessidade.”

Mas não é fácil falar às crianças da morte e da falta de dinheiro... “O que eu acho engraçadíssimo é que os pais passam a vida com ar consternado a dizer que as crianças acreditam no Pai Natal, e quem acredita num mundo de fadas são os pais. As crianças partilham o dia a dia connosco, vivem a realidade connosco. Os pais educam as crianças num mundo narcísico, enquanto a vida real é mais simples.”

Ora bem, se a vida é simples, vamos lá então saber: o que é que nunca se deve dizer às crianças sobre dinheiro (lembram-se?): o primeiro ‘não diga’, segundo Brad Klonz, é ‘Não sei como vamos pagar as contas’. Compreensível: uma coisa é saber que não há muito dinheiro, outra é ver os pais desesperados. A segunda: ‘Não tens nada a ver com aquilo que eu ganho’. “Não vejo onde está o mal de sermos honestos sobre aquilo que ganhamos, muito ou pouco”, defende Brad. Pode pedir-lhes para não o revelarem aos amigos, não por vergonha mas para evitar comparações. Terceiro mandamento: não peça desculpa se não lhe pode dar qualquer coisa. Não pode não pode, acabou-se. Mas explique porquê: não há dinheiro, ou pode haver mas ser mais bem gasto noutro lado... Ensine o que são ‘prioridades’. Quinto mandamento: evitar o silêncio. Explique de onde vem o dinheiro, como se ganha, como se pagam as contas. Tenha uma criança financeiramente educada.

Dê respostas concretas

Pior que o dinheiro, só o tema da morte. Mas mesmo aí, a simplicidade volta a ser a melhor arma: tem que se explicar a morte em termos que uma criança possa entender, e isso não significa dizer-lhe que a pessoa ‘está no Céu’, porque para eles isso significará, literalmente, que estão nas nuvens.

“As crianças pequenas são literais: por isso explique a morte em termos básicos”, aconselha o site www.kidshealth.com. Se um avô morreu, pode dizer que o corpo dele deixou de funcionar e os médicos não conseguiram consertá-lo.” Mas cuidado: é melhor não dizer “o avô morreu porque estava doente”, ou o neto achará que, de cada vez que tiver gripe, estará em risco iminente...

Evite eufemismos como ‘foi-se embora’ ou ‘já não está entre nós’. As crianças querem respostas concretas. “As perguntas delas podem parecer mais profundas do que de facto são. Quando elas perguntam – Para onde foi o avô? – não querem saber se há vida para além da morte, querem simplesmente saber onde está o corpo. Se responder – Está no cemitério – para eles chega”. Não chegará, obviamente, para um adolescente mais interessado na ‘lógica’ da morte: ‘porquê ele?’ Às vezes, a única coisa a fazer é estar próximo, e encorajar a conversa e a partilha de ideias e perguntas: mesmo as que não têm resposta...

A verdade almofadada

E então, para resumir, o que é que devemos esconder às crianças? “Acho que devíamos esconder  ‘A Casa dos Segredos’...”, afirma Eduardo Sá. “Tudo o que seja uma exibição sem pudor do sofrimento ou da intimidade é pornografia, e tudo o que é pornográfico é sentido pelas crianças como violento. Devíamos protegê-las da falsidade, porque os pais bonzinhos tomam as crianças como seres muito mais rudimentares do que de facto são. Temos é de separar a verdade da crueldade, que é uma verdade sem afetos.”

Tudo o resto é admitido? “Tudo o resto não merece poupança, porque quanto mais tardio é o nosso contacto com a vida, mais traídos nos sentimos. Os pais não podem trair. E era muito bom perceberem que, quando a verdade nos chega pela mão deles, é uma verdade muito mais almofadada.”

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Reflexão, por Ana Maria Miranda

" Boa noite Adelina,

Só hoje tive oportunidade de vir ao meu mail, mas não podia deixar de lhe agradecer, do fundo do coração, o maravilhoso encontro que tive oportunidade de usufruir no sábado passado.
Muitas leituras, muitas palestras, podem ser assistidas sobre algumas das temáticas abordadas nesse dia, mas existem momentos que são tão fortes em termos de ressonância dentro de nós que parece que janelas de entendimento e compreensão , já não meramente cognitiva - com a mente, mas com o sentir - o coração, se abrem dentro de nós e conseguimos assim encher de luz o nosso ser.
Na simplicidade das experiências partilhadas na primeira pessoa, incompreensões e lutas que travamos há bastante tempo parecem ter encontrado solução.
De uma forma intensa e profunda pude sentir que grande parte das minhas lutas interiores, dos meus desasossegos, da minha falta de Paz, se deveu e se deve ao facto de permanentemente querer controlar os resultados da vida, resistindo o mais que posso às mudanças que a vida me apresenta. A incapacidade de me render , ou seja de desistir da fixação em cima dos resultados, agarrando-os, manipulando-os, apertando-os, para que não se afastem daquilo que são as minhas programações e expectativas, faz-me despender toneladas de energia, mantendo-me sempre no sentimento de medo e preocupação.
Não existe nada que possa ser agarrado, guardado numa caixinha do tesouro para todo o sempre e desta compreensão, pode surgir uma genuina liberdade, a verdadeira paz interior.
Rendição, não é uma fraqueza ou perda, mensagem que o mundo nos quer fazer passar, mas sim uma poderosa não resistência, através da abertura e receptividade da consciência a um Universo que sabe o que está a fazer. Entregar a nossa vida nas mãos do Criador, confiar n"Ele independentemente dos resultados, eis a chave para a verdadeira Paz.
Tudo o que vem até nós é para nosso bem e crescimento no sentido de evolução de consciência, mesmo as situações que nos causam dor e sofrimento, especialmente essas, são as nossas maiores mestres. O momento no qual a dor é maior, transforma-se na maior oportunidade, pois só em crise, nós olhamos directamente para o céu e nos questionamos se nossas próprias opções estão ou não causando o problema, o sofrimento. Só quando a nossa escuridão é trazida à luz e perdoada, podemos prosseguir em paz.
O objectivo do crescimento consciencial, é a jornada para longe dos padrões emocionais que nos causam sofrimento em direcção àqueles que nos criam Paz.
Uma referência especial à partilha conjunta de Reiki - momento em que pude sentir, como nunca , uma energia fortissima de paz e união com todos os presentes, uma sensação de ser transportada para lá da dimensão material e perecível do corpo físico para um estado de pura união com toda a criação. Deixou de existir o eu e os outros para todos sermos um com o universo, imbuidos desse Amor, dessa energia que provindo directamente do coração e não da mente tudo penetra e tudo cura.
Momentos como estes, depois de provados e experienciados, deixam " água na boca" e o desejo de mais e mais. Que possa sentir a vontade de nos proporcionar mais esperiências destas, pois para tal foi dotada pelo Universo, são os meus desejos,


Um Beijo - Ana Maria "

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A Cura dos Apegos por Trigueirinho


A CURA DOS APEGOS, Trigueirinho, Ed. Irdin

"Sabemos que o apego é um obstáculo que um dia todos teremos de superar.
Ele surge quando não compreendemos o lado interno da vida, quando não
estamos em contacto com a essência de todas as coisas. Por falta desse
contacto, ficamos habituados, acostumados, à forma externa que reveste
toda e qualquer essência, e nos apegamos a ela.

"Em nosso convívio como os demais, é como se considerássemos somente o
corpo, o rosto, a personalidade das pessoas, esquecendo-nos de que em
sua verdadeira essência elas são almas, e de que, como almas, estão
presentes em todos os lugares.

"Muitos de nós gostaríamos de nos tornar mais desapegados.

Mas como fazer isso? Como encontrar a essência das coisas, como não nos prender a
aparências?
'A cura dos apegos soluciona os mais diversos problemas. Podemos então
encontrar resposta para muitas perguntas: "Como perceber a essência do
que nos rodeia?" "Como não perder a harmonia e a beleza que conhecemos
em antigas civilizações?" "Como não perder o amor dos que desencarnam?"
"Como não nos sentirmos inactivos se nosso trabalho termina ou é
interrompido, ou se ficamos impossibilitados de trabalhar por algum
motivo?" "Se perdemos bens materiais, como não nos sentimos roubados do
que já passou, do que possuímos em épocas de fartura?" "Como, enfim,
encontrar a essência das coisas?"
A resposta para todas essas perguntas é uma só: ir para dentro do
próprio coração, para dentro do próprio ser. Lá a consciência da alma,
que é universal, desde sempre nos aguarda.

' "Como faço para me desapegar de uma ideia?" Vá para dentro, para o seu
coração. "Como faço para me desapegar de minha actual maneira de ser?" Vá
para o seu coração. "Como  faço para me soltar do que  me prende?" Vá
para o seu coração, na direcção do seu centro. "Como faço para
transcender meus defeitos?" Vá para a sua essência, para o seu coração.
"Como faço para superar meus complexos?" Vá para o seu coração, para
dentro de si, para o seu ser profundo. "Como faço com essa enfermidade
que os médicos não sabem tratar?" Busque luz em seu coração. "Como faço
com meus filhos, que não sei educar?" Vá para dentro do seu ser, e lá
encontrará o amor para tratá-los. "Como faço para preencher o vazio que
sinto em minha vida?" Vá para o seu coração. "Como faço para resolver a
minha insegurança, os meus medos?" Vá para o seu coração.
'É no coração que se curam os apegos, porque ali está a essência de
tudo. Ali nada nos falta.

Trecho extraído de "A Cura dos Apegos" , Trigueirinho, IRDIN EDITORA.
__._,_.___
Ao calares as expectativas, os planos para o futuro, as recordações do
passado, ao calares a busca de realização material, os movimentos do
ego, as solicitações emocionais, as dúvidas mentais, as análises e
deduções; ao calares o enlevo pelas belezas do mundo, as alegrias que se
foram ou que poderão vir, a procura de contacto com a alma,
a espera da união com a Vida; ao calares tudo, todos os anseios
serenados, poderás então, no mais puro e completo
silêncio, verdadeiramente entregar-te. Se os lírios não conhecessem a
entrega, poderiam vestir-se mais formosos que qualquer rei da Terra? Se os pássaros não vivessem apenas para glorificar o Criador, poderiam conhecer a liberdade e ter os céus como
morada?A entrega e o ingresso no Reino são um único e mesmo caminho, por
ele chegarás ao Destino.

Fonte: Ventos do Espírito, Trigueirinho. Ed. Pensamento 1997.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sugadores de energia


Apesar de longo,  recomendamos a leitura deste texto....está escrito em "brasileiro", convém referir que quando a autora escreve "passista" refere-se a todos aqueles que se auto nomeiam terapeutas ou curadores.
 

Sugadores de Energia

Parece mentira, mas há pessoas que parecem "sugar" energia da gente! O Ph. D. em Administração de Empresa Luiz Almeida Marins Filho, relatou em um dos seus livros, que certa vez estava muito bem, alegre e satisfeito. E encontrou-se num shopping com um amigo e em meia hora de conversa, o amigo deixou-o um verdadeiro "trapo", deprimido, triste.

Depois ficou pensando no que aconteceu e logo percebeu que aquela conversa horrível do amigo, falando só de doenças, roubos, estupros, filho de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando-lhe a sua energia positiva! Quando acabou a conversa (onde só o amigo falou) ele parecia estar melhor do que nunca e, diz o Dr. Luiz, eu... em profunda depressão.

Cuidado com esses sugadores de energia. Eles estão em todo o lugar: no trabalho, na família, na roda de amigos. Eles só sabem falar de desgraças. Só lêem obituário dos jornais e a secção de crimes horrendos, gravam em vídeo o noticiário policial. Fazem estatísticas e sabem de cor quantos sequestros ainda não foram desvendados, quantas crianças continuam desaparecidas, quantos sem-tecto, sem-terra, sem-emprego, sem-tudo existem no mundo! Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique elas logo dizem: "- Vai chover!". São pessoas que azedam baldes de sal-de-fruta. Eles são sempre "do contra". Avisam que "não vai dar certo" e torcem para que nada aconteça. Depois dizem: "- Eu sabia que não ia dar certo...".

Esses "sugadores de energia" vivem da energia alheia e é muito difícil conviver com alguém "puxando você prá baixo" o tempo todo. Não seja você também um "sugador de energia".

Que felicidade que seria a nossa, se aprendêssemos a expulsar da nossa memória as coisas desagradáveis, ideias tristes e deprimentes. Com certeza, nossa força iria multiplicar se pudéssemos conservar só os pensamentos que elevam e animam. Há pessoas que não podem se lembrar das coisas agradáveis. Quando nos encontram, tem sempre algo de triste a contar. Com qualquer mal que sofreram, se angustiam muito. Como se não bastasse, se preocupam até com que vão sofrer... Sabem lembrar-se só de factos discordantes. Dão a ideia de um armazém de quinquilharias, objectos inúteis e deteriorados. Retém tudo mentalmente, com medo de precisarem uma vez ou outra, disto ou daquilo, de maneira que o seu armazém mental está entulhado de detritos...

Bastaria que estas pessoas fizessem uma limpeza regular, que as livrassem dos montões inúteis e depois, organizassem o que sobrou, para terem êxitos. No entanto, não são incomuns, pessoas que se "enterraram" na infelicidade e na desarmonia. Outras fazem exactamente o contrário. Falam sempre de coisas agradáveis e interessantes experiências que têm feito. São indivíduos que passaram até perdas, aflições, mas falam delas tão poucas vezes, que parece nunca terem tido na vida, senão boa sorte e amigos. Estas pessoas fazem-se amar.

O hábito de mostrar aos outros o nosso aspecto positivo, é o resultado do nosso equilíbrio interior.

Quando estamos tristes por algum sofrimento, devemos procurar a sua causa para eliminá-lo.

Geralmente, porém, quando sofremos, buscamos a causa fora de nós.

Vemos pessoas se queixando que tem má sorte, suspeitando que seu vizinho seja a causa, porque não se dá com ele, ao passo que ele é bem favorecido com a sorte nos negócios, na vida familiar, sendo estimado inclusive, pelos conhecidos. Se examinarmos as circunstâncias da vida destas pessoas, verificaremos que a queixosa é negligente, gastadora, intolerante nas opiniões e indisciplinada, ao passo que a outra pessoa é cumpridora dos seus deveres, económica, modesta, não calunia, nem adula. Emprega bem o seu tempo disponível lendo bons livros, fazendo cursos, esportes, ajudando seu próximo, sendo útil. Por isso, é estimada. Ao passo que a queixosa, está sempre perdendo (tempo, trabalho, fregueses, dinheiro, a família e os amigos), e sempre não tem tempo. Vamos eliminar dos nossos corações, a desconfiança, o ódio, a inveja e a descrença e vamos cultivar a alegria, a fé e a crença no amor e na Justiça Divina, e será certo que venceremos na luta que a vida nos destina.

NECESSIDADE DE UMA CARGA ENERGÉTICA VITAL

Todos nós possuímos necessidade de uma carga energética vital para nutrir nossos corpos físico e espiritual. À medida que gastamos a carga energética vital ela deve ser reposta, os mecanismos naturais de recomposição (respiração, alimentação, absorção fluido Fluidos Cósmico Universal cósmico universal e fluidos vitais através dos chacras, que será etc.).

A reposição dessa carga energética vital na quantidade mínima que necessitamos para manter a vida depende de vários factores, tais como: o modo de vida, o meio, a qualidade dos pensamentos, sentimentos, das sensações, entre outros.

NUTRIÇÃO ENERGÉTICA
Uma parte da energia que precisamos obtemos através da alimentação, ou seja, através de comida sólida e líquida, o arroz-feijão de cada dia. Outra parte das energias vitais absorvemos através da respiração. Porém, a maior parte de energia Vital que necessitamos é extraído do Fluido Cósmico Universal que é absorvido directamente pelo períspirito através dos centros de forças.
Nossa nutrição energética acontece, em geral, de modo inconsciente, automático, orientado e regulado pela própria inteligência instintiva dos nossos corpos físico e espiritual.

COMO O FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL É TRANSFORMADO EM FLUIDO VITAL?

O Fluído Cósmico Universal é absorvido por todos os centros de forças.

 QUANTIDADE DA CARGA DE ENERGIA VITAL

Não existe um limite para a quantidade máxima de carga energética vital. Quanto mais, melhor teremos vida mais activa. Muitas vezes esses meios naturais não são suficientes para repor a quantidade de carga energética vital que estamos gastando, e passamos a ter carência energética.
Porém, as circunstâncias negativas, as quais muitas vezes deixamos que tomem conta, consomem muito mais energia vital do que as circunstâncias positivas, causando em nós um deficit energético.

A RELAÇÃO ENTRE SENTIMENTOS E A PRODUÇÃO DE FLUIDO VITAL

Como vimos à maior parte de energia Vital que necessitamos é extraído do Fluido Cósmico Universal que é absorvido directamente pelo períspirito através dos centros de forças.
O Fluído Cósmico Universal é absorvido por todos os centros de forças, porém os chacras intermediários do períspirito são os responsáveis de transformá-lo em Fluído Vital Espiritual para metabolização no períspirito e depois é canalizado para o duplo-etérico para densificá-lo, transformando-o em Fluído Vital Físico e direccionando-o para o organismo, com maior ou menor intensidade, de acordo com os sentimentos da criatura.
Quando obstruímos os chacras, principalmente o chacra esplénico, bloqueamos a maior parte de entrada de energia vital.
Quando temos bons sentimentos estamos sempre com o nosso nível de fluido vital no máximo. Quando alternamos entre bons e maus sentimentos ficamos com nível intermediário. Quando a maior parte do tempo cultivamos maus sentimentos o nosso nível de fluido vital fica no nível mínimo.

PARA EVITAR CARÊNCIA DA CARGA ENERGÉTICA

Para não termos carência da carga energética vital devemos:

1º. Alimentar-se de forma adequada (Vitaminas e Minerais);
2º. Combater e eliminar os vícios;
3º. Melhorar os pensamentos e os sentimentos.

Pessoas físicas e psicologicamente sadias e equilibradas nutrem-se, directamente, nas fontes naturais de energia. Mas, as pessoas desequilibradas, que, por terem perdido o contacto com a sua própria natureza interna mais profunda, perderam, também, a capacidade de absorver e processar o alimento energético natural precisam, para sobreviver, por em prática um expediente horrível: sugar a energia vital de outras pessoas. Estas pessoas são chamadas de sugadores de energias.·
As características de um sugador são muitas. Mas, a principal e da qual todas as demais derivam, é o egocentrismo. Quanto mais a pessoa estiver voltada para si mesma, concentrada em si mesma, mais ela terá dificuldade para estabelecer contacto com fontes naturais de nutrição energética e maior será sua tendência para sugar energia vital dos outros.

 MECANISMO DOS SUGADORES DE ENERGIA

No caso dos sugadores de energia ocorrerá que ele praticamente não terá energia para transmitir. As pessoas se tornam Sugadoras de Energia porque absorvem a energia do outro e por estarem debilitadas, metabolizam e consomem toda a energia absorvida e não sobra nada para retornarem a outra pessoa. E toda energia que o Sugador absorver será metabolizada e consumida pelos seus organismos físico e espiritual, ou seja, irá absorver muito mais do que emitir, causando assim um deficit energético na outra pessoa.

MECANISMO DE DEFESA

Todos nós, por outro lado, somos, naturalmente, dotados de mecanismos de defesa contra a perda de energia vital. Mas, quando perdemos a posse e o controle de nosso centro de gravidade, quando, por stress, cansaço, tristeza, depressão, mania, frustração, neurose, o projectamos para fora de nós mesmos, alteramos e debilitamos a estrutura do corpo subtil, tornando-o permeável a invasores.
Assim nos tornamos presas fáceis dos sugadores de energias, porque aceitamos suas provocações com facilidade, e isto nos vincula a eles. Por delibitação energética está se colocando em condição de presa fácil dos espíritos obsessores, que normalmente insuflam ideias de depressão, angústia, autoflagelamento, suicídios, etc.

OS TIPOS DE SUGADORES DE ENERGIAS
O ESPECULADOR

Existem pessoas que usam a maneira de adquirir energia, fazendo perguntas para sondar o mundo da outra pessoa, com o propósito específico de descobrir alguma coisa errada. Assim que fazem isso, criticam esse aspecto da vida da outra pessoa, se essa estratégia der certo, aí a pessoa criticada é atraída para a vampirização. Se a pessoa criticada se ligar àquele nível de energia, passar a dar atenção às críticas, cria-se um vínculo energético, uma simbiose, assim o especulador atinge o seu objectivo porque o criticado passa a transmitir energia para ele.

O COITADINHO

Quando alguém lhe conta todas as coisas horríveis que já aconteceram com ele, insinuando que todos são responsáveis pela situação que se encontra, menos ele é claro, e que se ninguém ajudá-lo essas coisas horríveis vão continuar, essa pessoa está buscando fazer você se ligar a ele pelo sentimento de pena e de forma passiva começa a sugar energias, este tipo de vampirização chamamos de coitadinho. Pense nisso num instante. Nunca se viu com alguém que o faz se sentir culpado quando está em presença dele, mesmo sabendo que não existe nenhum motivo para se sentir assim?

Quando isto acontece, é que você entra no mundo dramático de um coitadinho.

Tudo que eles dizem e fazem nos deixam numa posição em que parece que não estamos fazendo o bastante para ajudá-la. Por isso é que nos sentimos culpados só por estar perto dela.

Existem pessoas que chegam ao extremo que for necessário para conseguir sugar a energia da família. E depois disso, essa estratégia passa a ser a maneira dominante para extrair energia de todos, repetindo-a constantemente.

O INTIMIDADOR

Tem também o intimidador, que ameaça as pessoas tentando envolvê-las através da agressividade. Se a pessoa agredida se ligar àquele nível de energia, passar a dar atenção, cria-se um vínculo energético, uma simbiose, assim o agressor atinge o seu objectivo porque o agredido passa a transmitir energia para ele através de mágoas, rancor, ódio, etc. Portanto, quando passamos a combater a agressão com a agressão passamos a ser vampirizados assim como também sugar energia dos outros.

AS PESSOAS DE MAU COMPORTAMENTO SUGAM ENERGIA

Uma forma de entendemos a existência de pessoas violentas, agressivas, destrutivas (que criticam tudo), que reclamam de tudo, que se queixam de tudo, é porque estas atitudes são formas de sugar a energias das outras pessoas. Por não conseguirem se ligar com a energia cósmica, porque não se moralizam, não largam seus vícios, não mudam seus comportamentos egoísticos, encontram nestas formas de ser, o meio de sugar a energia das outras pessoas.

EXEMPLO DE COMO AGEM OS SUGADORES DE ENERGIA

Quando duas pessoas se postam frente a frente para uma conversação, e começa ocorrer disputa de opiniões, críticas, intimidações, etc. Imediatamente os campos de energia dos dois irão tornar-se de algum modo mais densos e excitados, como por uma vibração interna. À medida que prosseguir a conversa, os campos começarão a misturar-se. No final, quem conseguir argumentar melhor, sairá mais fortalecido, porque estará com parte da energia do outro, e em consequência, o outro sairá com menos energia, portanto, enfraquecido, se sentindo esgotado, Tudo isso ainda é inconsciente na maioria das pessoas. Tudo que sabemos é que nos sentimos fracos quando perdemos uma discussão, e quando vencemos nos sentimos melhor.

Em resumo, vimos que dominar outro faz o dominador se sentir poderoso e esperto, porque suga a energia vital dos que são dominados.

FLUXO E REFLUXO DAS ENERGIAS SUGADAS

Quando um deles estabelecer um ponto que demonstre certa vantagem sobre o adversário, seu campo criará um movimento que parecerá sugar o campo de energia do outro. Mas aí, quando a outra pessoa fizer sua refutação, a energia refluirá novamente para ela. Em termos da dinâmica dos campos de energia, marcar o ponto parece significar apoderar-se de parte do campo de energia do adversário e puxá-la para dentro de si.

A MAIOR VIOLÊNCIA COMETIDA PELOS SUGADORES DE ENERGIA

A pior violência que os sugadores de energia fazem é escolher como suas vítimas as pessoas que se encontram enfraquecidas, porque estão entregues a doenças físicas, ou perturbadas psiquicamente, e ou ainda, sendo vampirizadas por espíritos que a induziram a processos obsessivos.

O QUE ACONTECE QUANDO MÉDIUM QUE TEM CARÊNCIA DE ENERGIA VITAL

Toda pessoa que tem sentimentos negativos produz pouco fluido vital e dificulta o fluxo. Toda a pessoa que tem sentimentos negativos tem carência energética vital, portanto, ao dar passe o passista irá vampirizar o paciente sugando a carga energética vital.

Fumar gasta muita energia vital. Se embriagar gasta muita energia vital. Toda a pessoa que fuma ou bebe tem carência energética vital, portanto, ao dar passe o médium irá vampirizar o paciente sugando a carga energética vital. O médium que tem vícios ao dar passagem psicofônica sugará a energia vital do espírito comunicante. Idem para qualquer outro tipo de mediunidade. Mágoas, más paixões, egoísmo, orgulho, vaidade, cupidez, vida desonesta,  etc., também causam deficiência energética vital. O passista não precisa ser um santo, mas necessita esforçar-se na melhoria íntima e no aprendizado intelectual. Todos podemos ministrar passes, porém é necessário um mínimo de preparo moral a fim de que realmente possamos ajudar.

DOAR ENERGIA COM AMOR NÃO NOS FARÁ FALTA

Não nos esqueçamos, vivemos ligados a uma Fonte Inesgotável de Energias vitais. Se estivermos com a nossa carga de energia vital completa, não sentiremos falta quando outras pessoas absorverem energias de nós. Pelo contrário nos sentiremos felizes de poder doar a nossa energia vital com amor. Doar energia vital com amor não nos fará falta. Porém, para doar energia vital com amor temos que cuidar dos nossos pensamentos e sentimentos.

Quando começamos a apreciar a beleza, admirar detalhes e prestar atenção nas coisas, nas pessoas, passaremos a contemplar o princípio da emoção de amor.

O papel do amor está mal compreendido. Devemos sentir amor por tudo. O amor não é uma coisa que devemos fazer para ser bons ou tornar o mundo um lugar melhor, por alguma abstracta responsabilidade moral, ou porque devemos desistir de nosso hedonismo.

Quando chegarmos a um nível em que sentirmos as energias de amor vindo das outras pessoas, poderemos mandar a energia de volta, agora agregada com o nosso amor, é só desejar.

E ninguém se sentirá mais fraco por isso, porque estaremos recebendo mais energia de uma fonte inesgotável, que é o cosmos. Se ligar na energia cósmica provoca emoção, depois euforia e depois amor. Encontrar bastante energia para conservar esse estado de amor sem dúvida faz bem ao mundo, porém mais directamente a nós.

Lembre-se de parar quantas vezes for preciso para se religar com a energia cósmica. Permaneça cheio, permaneça em estado de amor. A maior caridade que podemos fazer para o próximo é DOAR AMOR.

http://www.etcaritas.com.br/

Solange Christtine Ventura
http://www.curaeascensao.com.br/

Outra visão sobre a crise


Albert Einstein

 

 

A Crise Segundo Einstein…

Não podemos querer que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo.
A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos.
A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ter sido superado.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise é a crise da incompetência.

O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções.
Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia.
Sem crises não há méritos.

É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia.
Falar da crise é promovê-la e calar-se na crise é exaltar o conformismo.

Em vez disto, trabalhemos duro…

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O dia mais belo?


“O dia mais belo? Hoje

A coisa mais fácil? Equivocar-se

O obstáculo maior? O medo

O erro maior? Abandonar-se

A raiz de todos os males? O egoísmo

A distracção mais bela? O trabalho

A pior derrota? O desalento

Os melhores professores? As crianças

A primeira necessidade? Comunicar-se

O que mais faz feliz? Ser útil aos demais

O mistério maior? A morte

O pior defeito? O mau humor

A coisa mais perigosa? A mentira

O sentimento pior? O rancor

O presente mais belo? O perdão

O mais imprescindível? O lar

A estrada mais rápida? O caminho correcto

A sensação mais grata? A paz interior

O resguardo mais eficaz? O sorriso

O melhor remédio? O optimismo

A maior satisfação? O dever cumprido

A força mais potente do mundo? A fé

As pessoas mais necessárias? Os pais

A coisa mais bela de todas? O amor”.

 

Madre Teresa de Calcutá